Publicado em Opinião

Descanse em paz, Steave!

No último dia 5 de outubro faleceu o fundador de uma das mais revolucionárias empresas de equipamentos para comunicação e entretenimento. Com 56 anos e considerado um dos maiores milionários do mundo, Steve Jobs faleceu após um duro combate contra o câncer, em tratamento desde 2007.

De suas mãos e de sua oficina é que saiu o primeiro computador portátil, nomeado “Macintosh” e posteriormente apelidado de “torradeira bege”, em virtude  do seu auto-aquecimento. Recentemente o mundo pôde desfrutar de suas últimas “obras primas”, iPods, iPhones e iPads. Steve revolucionou a maneira de ouvir música, de ler revistas, livros, assistir filmes. Foi dele também parte da produção de um dos primeiros desenhos classificado como filme, no ano de 1995, “Toy Store”. Caixas de bancos, computadores cada vez menores, mais leves e fáceis de serem usados, celulares com multi-funções… Tudo isso se deve ao empenho e esforço desse gênio da computação. Jobs dizia que todas as coisas já estão aí, basta a nós encontrá-las.  A Lei de Lavoisier afirma que, nesta vida, nada se cria, tudo se transforma.

Até que ponto tudo isso é realmente importante para a vida do homem? Sabemos que o homem é um ser que se comunica, se relaciona e interage com os outros. Que é um ser relacional e um comunicador nato. Desde as anômalas pinturas rupestres de nossos ancestrais sinais de fumaça, até o atual Facebook, o homem cada vez mais vem se aprimorando e aperfeiçoando os seus equipamentos de comunicação, diminuindo tempo e encurtando distâncias.

Em meio a tantos objetos comunicacionais e tecnológicos, será que o ser humano tem encontrado respostas para as suas perguntas mais remotas? Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou? Será que estes aparelhos têm preenchido o vazio da alma humana? Se digo que sim, porque então todos os anos são lançados novos aparelhos? Na maioria das vezes só se muda a embalagem ou a sua cor. Um detalhe aqui, um adereço ali, e pronto!

Temos uma avalanche de pessoas nos shoppings nas lojas e nos comércios para adquiri-los a pagar em suaves prestações a perder de vista. Se foram criados para melhorar a nossa vida, porque estamos cada vez mais nesta correria e estresse?  Ah! Poderia alguém dizer: – mas hoje em dia nos comunicamos muito mais! Há pessoas que se comunicam com milhares de outras pessoas todos os dias.  É verdade! Mas algo que não podemos deixar passar despercebido é que, às vezes – isto é, na maioria dos casos –, temos pessoas que conhecem mais da vida de quem mora do outro lado do mundo e, no entanto, são verdadeiros estrangeiros domiciliares.

Parece que relacionar-se com pessoas distantes e “fingir” que estão próximas é melhor do que se relacionar com as que estão geograficamente próximas. Para as geograficamente distantes, há sempre um recurso – sorrateiro, pode-se dizer – a ser usado, um “foto-shop”. É mais agradável, engraçado, belo, místico. Tem-se uma idéia de mundo perfeito e lindo. Quanto às geograficamente próximas, temos que lidar com seu mau-humor, seus tiques e “TPMs”, engolir sapos e dizer que está tudo bem, dar um soco na cara e no dia seguinte pedir desculpas e recomeçar ou, simplesmente, nunca mais falar com elas.

As pedras de um rio são lascadas, lapidadas pelo contato umas com as outras e assim se tornam lisas, uniformes e belas, verdadeiras obras de arte que a natureza faz com suas próprias mãos. Aquilo que as impedia de serem melhores é trabalhado, é tirado fora. Porém as pedras que ficam sobre o solo, ou enterradas nele dificilmente vão sofrer alterações. Serão sempre do mesmo jeito, pontiagudas feias e irregulares, estúpidas. Acredito que o ser humano também é assim. É lapidado no contato com os outros.

A sociedade do terceiro milênio, diferentemente dos outros dois milênios passados, está mudando rapidamente, a tecnologia e os meios de comunicação têm grande influencia neste desenvolvimento, mas infelizmente os valores morais que foram adquiridos ao longo destes vinte séculos estão se perdendo quase que na velocidade da luz. Abortos, homossexualismo, dependentes químicos, violências físicas e sexuais principalmente na família são cada vez mais comuns. Algo que há alguns anos atrás era tido como abominável, hoje em dia é comum, e, às vezes, até mesmo louvável.

Por que será que o ser humano do terceiro milênio, que se comunica, que se relaciona muito mais do que o dos outros dois milênios passados, está agindo desta forma? Por que será que estamos cada vez mais estúpidos, intimistas e indiferentes? Parece que o conhecimento adquirido, ao invés de humanizar este homem, está na verdade o animalizando, tornando-o alienado.

Somos eternos devedores de Steve, o mundo todo lhe é muito grato por tudo o que ele nos proporcionou. Tantas noites mal dormidas, tantos cansaços, tantos esforços para tornar a nossa vida melhor, mais colorida, mais agradável, mais vivida, mais prática. Obrigado, Steve! Você cumpriu a sua missão aqui na terra, assim como tantos outros “gênios” da história. Cabe agora a nós não descuidarmos de tal bem e não fazer dele um mal. Cabe a nós não fazer com que o paraíso se torne um inferno. Um futuro melhor está em nossas mãos, depende de como vamos fazer para que ele se atualize.

Descanse em paz Steve!

Adnilson Pedro Gomes[1]


[1] Seminarista da Arquidiocese de Goiânia, no 1º ano de Filosofia.

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Publicado em Liturgia, Opinião

Tempo do Advento, Natal e Sagrada Família

O Tempo do Advento inicia-se quatro domingos antes do Natal. Neste ano, nas vésperas do dia 26 de novembro de 2011, sábado, a partir das 15 horas (encerrando o ciclo litúrgico do ano A – Mateus e iniciando o ano B – Marcos) e termina sempre no dia 24 de dezembro, com a comemoração do nascimento de Cristo (dando início ao Tempo do Natal).

Este Tempo possui dupla característica: é um tempo propedêutico para a solenidade do Natal, em que comemoramos a vinda do Filho de Deus entre os homens, e também um tempo em que, por meio deste venerável acontecimento, se voltam os corações para a expectativa da vinda de Cristo no fim dos tempos (período escatológico). Portanto, o tempo do Advento se apresenta como um tempo de piedosa expectativa da vinda do Messias.

Tudo fica belo: as avenidas são enfeitadas, em nossas casas armamos os presépios. Isto é, preparamos o nosso coração para que seja o lugar do nascimento do Menino-Deus, Jesus. Por isso, o Tempo do Natal é um tempo de festa. Poderia uma mãe ficar triste após o nascimento de seu filho? Imagina só a humanidade que desde o princípio aguarda ansiosamente o Salvador?

A comemoração mais venerável para a Igreja é o Natal do Senhor e suas primeiras manifestações. Este tempo vai da véspera do Natal de Nosso Senhor até o domingo depois da festa da aparição divina, em que se comemora o Batismo de Jesus. No ciclo do Natal são celebradas as festas da Sagrada Família, de Maria, mãe de Jesus e do Batismo de Jesus.

A Festa da Sagrada Família, Jesus, Maria e José, será celebrada este ano no dia 31 de dezembro. Como diz o Pe. Zezinho: “Tudo seria bem melhor/ Se o Natal não fosse um dia/ E se as mães fossem Maria/ E se os pais fossem José/ E se os filhos parecessem/ Com Jesus de Nazaré”

Ueslei Vaz Aredes[1]


[1] é seminarista da Diocese de Itumbiara, no 3º ano de Teologia do IFTSC.

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Religião Católica e ciência: união versus rivalidade

"A fé e a razão constituem como que as duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade" (João Paulo II)

Trata-se de um estudo sobre as relações entre a Fé e a Razão. O objetivo principal é demonstrar que a Religião Católica e a Ciência estão relacionadas e que ambas falam a mesma linguagem, porém com focos diferentes.

Por muito tempo, a Religião e a Ciência se encontraram em constantes conflitos. Hoje se sabe que constitui um grande e doloroso mal entendido essa visão de incompatibilidade entre a Fé e a Razão e que ambas são como que as duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para contemplar a verdade.

O método consistiu em uma revisão bibliográfica que teve por base livros de antropologia teológica, documentos da Igreja Católica e o livro “A Origem das Espécies” de Charles Darwin.

Concluiu-se que tanto a Fé como a Razão precisam uma da outra para continuar seu progresso rumo ao conhecimento da verdade e maior felicidade do próprio homem.[1]

Leia a íntegra do artigo:Religião e ciência: união versus rivalidade

Cláudio José de Carvalho[1]


[1] Seminarista da Diocese de Itumbiara, no 1º ano de Filosofia do IFTSC.


[1] Resumo do artigo científico de mesmo nome apresentado na III Semana Acadêmica do Instituto Santa Cruz, em 15 de setembro de 2011.

Publicado em Liturgia, Teologia

A Liturgia como epifania do mistério Tri-relacional

A liturgia, antes de tudo, é uma ação teândrica-eclesio-trinitária. Por isso mesmo, pode ser pensada como epifania do mistério tri-relacional. O mistério tri-relacional é o mistério trinitário, é o mistério de Deus em si mesmo, Pai, Filho e Espírito Santo, pensado na teologia como Trindade imanente e econômica, e celebrado como Trindade Litúrgica. Logo, o mistério da fé que professamos é o mistério trinitário celebrado como mistério tri-relacional.

O evento do monte Tabor nos ajuda a pensar a liturgia na perspectiva da fenomenologia do mistério. A celebração litúrgica é locus fenomenológico da economia do mistério. Nesse sentido, a liturgia é uma realidade que pode ser pensada também na ótica da metafísica. Antes de tudo, a liturgia é uma ação simbólica, apontando para “além de”. Na economia litúrgico-sacramental, o simbólico fala, comunica e remete para outra realidade sempre maior do que o que vemos e tocamos. A simbologia é a gramática da celebração. É, também, a linguagem do amor. Essa ação é fenomenológica, físico-real, marcada pela ótica dos sinais, a significação da linguagem da transcendência.

Portanto, Celebrar é transcender. É pregustar na terra o sabor do céu. Celebrar é mergulhar no transcendente fascinante, presente na imanência transitória. A liturgia como epifania do mistério de Deus nos faz sair do íntimo e secreto invólucro útero da história e nos insere no sacrário do amor que é o coração de Deus. A liturgia como epifania do mistério é o momento singular da fé eclesial no Deus Uno e tri-relacional.

Podemos dizer que o evento do Tabor é o paradigma da liturgia da Igreja. Nossas celebrações devem suscitar desejo de prolongar o tempo na presença do cordeiro ressuscitado e glorificado. Nossa liturgia deve levar à participação ativa e frutuosa, não ao ruído dispersivo e irritante. A epifania do mistério é alteridade que evoca continuidade, intimidade e intensidade na contemplação. É nesse sentido que entendemos a liturgia como epifania do mistério em ação.

Que mistério? O mistério trinitário, o mistério pascal e eclesial, o mistério da fé. Todo o mistério da fé aparece no mistério da transfiguração. O Pai proclama a primazia do seu amor para como o seu unigênito Filho. A nuvem é configuração da presença do próprio Deus. E sobre aquele monte, a Igreja, no Espírito, contempla, por Cristo, a glória escatológica – pois na pessoa dos discípulos estava toda a Igreja. [1]

Pe. Joaquim Cavalcante[2]


[1] Resumo do artigo apresentado na III Semana Acadêmica do Instituto de Filosofia e Teologia Santa Cruz – “Metafísica – fundamentos e limites”, dia 12/09/2011.

[2] Professor no IFTSC, Escritor e Doutor em Teologia pela PUG-Roma

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Teologia do Corpo – O que é?

Muito se tem falado sobre a Teologia do Corpo. Comentários como: “bomba relógio teológica”, “resposta da Igreja para os problemas atuais”, “contra-revolução sexual” ajudam a compreender a sua importância, mas não a conhecer seu conteúdo. O que é, então, a Teologia do Corpo?

Em sentido mais concreto e sucinto, ela é simplesmente o nome com que ficou conhecido um conjunto de pouco mais de cem catequeses do Papa João Paulo II sobre o plano de Deus para o amor humano e sobre a sacramentalidade do matrimônio. Essas catequeses foram proferidas no Vaticano, entre 1979 e 1984.

O Papa inicia a Teologia do Corpo com um percurso pela história da salvação, partindo do relato da criação do ser humano (“Homem e mulher os criou” – Gen 1, 27), passando pela queda e a perda da inocência original, pela redenção trazida por Cristo, e finalmente pela contemplação do “mundo futuro”, o paraíso, no qual a ressurreição e a união com Deus será a última palavra sobre o ser humano.

Em todos esses “períodos teológicos” um mesmo conceito se faz ressaltar: o significado (ou sentido) esponsal do corpo. O corpo foi feito para “transferir para a realidade visível do mundo o mistério oculto desde a eternidade em Deus” (catequese de 20/02/1980). Quando homem e mulher se uniam no paraíso “em uma só carne” (Gen 2, 24) no ato sexual, eles se tornavam, neste mesmo momento, “imagem e semelhança” de Deus mediante a comunhão de pessoas. A comunhão homem-mulher deve ser, portanto, uma imagem da comunhão das pessoas divinas na Trindade!

Através de reflexões como essa, e percorrendo a história da salvação, João Paulo II estabelece uma “antropologia adequada” (visão de quem é o ser humano) que lhe permite, na segunda parte da Teologia do Corpo, resgatar a importância e a sacralidade da “linguagem do corpo” como dimensão constitutiva do sacramento do matrimônio.

Mas a Teologia do Corpo não se limita ao matrimônio. Ela passa também pelo celibato. Também nele o ser humano continua sendo “um corpo”, e o seu significado esponsal permanece presente, devendo ser vivido em plenitude, ainda que em outro âmbito e de modo diverso, a partir da renúncia à união sexual.

Fazendo brilhar uma nova luz sobre a perene e imutável doutrina da Igreja, João Paulo II trouxe reflexões cujo valor pastoral mal começou a ser descoberto, e que já vem trazendo abundantes frutos positivos para a Igreja e a sociedade.

Daniel Pinheiro[1]


[1] psicólogo, já foi coordenador de grupo de jovens e seminarista. Atualmente dedicado a difundir a castidade e a atitude pró-vida através da Teologia do Corpo e do blog: “Vida e Castidade” (http://vidaecastidade.blogspot.com). E-mail: daniel@teologiadocorpo.com.br

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O cristão se encontra no limiar da despedida

Heráclito propõe explicar o mundo por meio do devir, provindo de uma natureza comum a todas as coisas que se encontra em eterno movimento, como podemos observar no seguinte fragmento: “Nos mesmos rios entramos e não entramos, somos e não somos.” (HERÁCLITO, Alegorias, 24).

Ao lermos o evangelho de Marcos (Mc 8, 27-35), e observarmos duas ações, a primeira, de Pedro ao repreender Jesus, logo após ouvir que seu mestre deveria sofrer e ser morto antes de ressuscitar; e, a segunda, a repreensão de Jesus a Pedro, por notar que a compreensão de seu discípulo se voltava às coisas humanas e não às Divinas, podemos abstrair a reflexão de que o homem é um ser de relações, e que este é um ponto que nos coloca no limiar da despedida.

Há nesse sentido uma analogia entre o devir e a despedida, o devir humano é um constante conjunto de despedidas, por exemplo, a do envelhecimento, do alimentar-se, dos amigos que se partem, das aulas que terminam, das canções ouvidas, do livro que se leu, da viagem que se fez, das estações que passaram, do dia que se foi, de tantas outras despedidas,  as quais culminam em uma despedida maior: a experiência da morte.

A certeza que temos é que passaremos pela experiência da despedida. O senso humano é inconformado com essa realidade da despedida, como é percebido na atitude de Pedro, que não concebia a perda de Jesus

A caminhada, por exemplo, é uma despedida daquilo que se deixa para trás a fim de um encontro ou um reencontro. Nesse sentido, o cristão, que também se encontra no limiar da despedida, se prepara esperando o encontro inesperado com Deus, com aquele que nunca se despede.[1]

Plavras-chave: despedida, devir, limiar.

Leia a íntegra do artigo: O cristão se encontra no limiar da despedida

Arpuim Aguiar de Araujo[2]


[1] Resumo do artigo científico de mesmo nome apresentado na I Semana Acadêmica do Instituto Santa Cruz, em 28 de outubro de 2009.

[2] Seminarista da Arquidiocese de Goiânia, no 3º ano de Filosofia do IFTSC.

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Publicado em Antropologia Filosófica, Apresentação, Filosofia

Boas Vindas!

Toda a civilização ocidental, nossa cultura e nossa forma de pensar tem sua origem no espanto, no amor e na aspiração pela sabedoria. Este espanto se deteve por séculos na questão do ser, pela noção de que havia (ou não havia… ?) um ser superior que englobasse, que envolvesse todos os entes, todos os seres. Esta busca, na Grécia clássica, tornou-se busca pelo saber, pelo “Logos”.

A discussão filosófica já mudou muito o foco, e mudou várias vezes… Contudo, este mesmo Ser e este mesmo Logos continuam a nos encantar. Animais reflexivos que somos, sentimo-nos interpelados diante disso. Presos pela limitação material, pelo imanente, procuramos o que é transcendente, maior que nós mesmos.

Há muitos que sustentam, com bons argumentos, que esta procura é vã. Com eles queremos dialogar, certos de que têm muito a nos enriquecer. Nós, que somos cristãos, cremos que este Ser, este Logos – a Verdade – é uma Pessoa viva, Jesus Cristo. Ele, antes de tudo, nos procura e nos encontra. Assim, podemos ter esperança de que nossa busca não será perdida. É Ele que nos envolve e, mais, que renova e transforma a cada dia nossa vida e nossa mentalidade.

Caros leitores, hoje lançamos definitivamente o Blog do Instituto Santa Cruz, que forma homens e mulheres para a vida consagrada a Deus, uns para o sacerdócio e outros para a vida religiosa ou laical. Somos chamados à doação e à relação com os homens e mulheres de hoje. Por isso, o objetivo desta página é partilhar a admiração, o amor e a busca pelo conhecimento, pela sabedoria, pela verdade, por Deus.

Ainda que não esteja na moda, queremos falar de pensamento e de fé, de filosofia e de teologia. Publicaremos textos de estudantes e de professores, na esperança firme de que assim poderemos contribuir com algo àqueles que nos lerem.

Boa aventura!

Fachada do Instituto Santa Cruz