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Fonte: http://www.tvevangelicadocariri.com.br/novidades/curiosidades-biblicas/

“Ignorar a Bíblia é ignorar Cristo” – Papa congratula-se com edição interconfessional da Bíblia

Acaba de ser publicada em italiano uma edição interconfessional da Bíblia, fruto da colaboração entre a Sociedade Bíblica na Itália e a Editora Católica Elledici – com o beneplácito da Conferência Episcopal Italiana e da Federação das Igrejas Evangélicas na Itália.
Recebendo nesta manhã em audiência os membros ligados a esta iniciativa, o Papa Francisco congratulou-se com este “esforço particularmente significativo”, que permitiu empreender conjuntamente um caminho comum ao longo de uma década, “superando suspeitas e desconfianças”, graças a um “amor comum pela Palavra de Deus”. E fez votos de que esta publicação “leve todos os cristãos de língua italiana a meditar, viver, testemunhar e celebrar a mensagem de Deus”.
Quereria tanto que todos os cristãos pudessem aprender ‘a sublime ciência de Jesus Cristo’, através da leitura assídua da Palavra de Deus, pois o texto sacro é o alimento da alma e manancial puro e perene de vida espiritual para todos nós.
“Temos que realizar todos os esforços para que cada um dos fiéis leia a Palavra de Deus, porque, como diz são Jerónimo, “a ignorância das Escrituras é ignorância de Cristo”.
Para além dos membros da Aliança Bíblica Universal, o Santo Padre recebeu nesta segunda-feira de manhã, em audiência:
– a Presidente da República de Malta, Marie-Louise Coleiro Preca, com o marido e séquito (foto final); – o Senhor Marcelo Julio Martin, ex-Cônsul honorário da Confederação Helvética na cidade argentina de Rosário, com a família; e
– o Ministro Presidente do Estado da Baixa-Saxónia, na Alemanha, Stephan Weil, com o séquito.

Fonte: http://www.news.va/pt/news/ignorar-a-biblia-e-ignorar-cristo-papa-congratula

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Em encontro com Bento XVI, Papa Francisco defende valor dos idosos.

papa francesco

Papa Francisco cumprimenta fiéis na Praça São Pedro neste domingo (28) (Foto: Tiziana Fabi/AFP)

O Papa Francisco reiterou neste domingo ,28 ,em uma grande cerimônia na Praça de São Pedro o valor e importância dos avôs e idosos para a sociedade, algo que defendeu desde do início de seu pontificado. O Vaticano celebrou a chamada “Festa dos Avôs” com uma cerimônia que começou com o testemunho de várias famílias e um discurso do Papa, e prosseguiu com uma missa.Francisco começou seu discurso agradecendo a presença do Papa emérito Bento XVI.

“Eu sempre gosto muito dele aqui, no Vaticano, porque é como ter o avô sábio em casa”, manifestou. Durante a homilia, o pontífice insistiu na importância dos idosos também para o futuro da sociedade ao lembrar a passagem bíblica do encontro da Virgem Maria e sua idosa prima Isabel, que também esperava um filho. “O futuro de um povo representa necessariamente este encontro: os jovens dão a força para fazer o povo avançar, e os idosos robustecem esta força com a memória e a sabedoria”, asseverou.

Francisco explicou, além disso, “que há gerações de jovens que, por complexas razões históricas e culturais, vivem mais intensamente a necessidade de se independizar de seus pais, quase de se libertar do legado da geração anterior”. E advertiu que “se o encontro não for recuperado, não se alcança um novo equilíbrio fértil entre as gerações, se chega a um grave empobrecimento do povo, e a liberdade que prevalece na sociedade é uma falsa liberdade, que quase sempre se transforma em autoritarismo”.

Cultura do descarte

Perante os cerca de 40 mil avós que encheram a praça, o pontífice argentino denunciou durante seu discurso antes da missa à situação que vivem muitos idosos, vítimas do que ele considera “cultura do descarte”.

“Quantas vezes os idosos são descartados com atitudes de abandono que são uma verdadeira eutanásia escondida!”, exclamou o pontífice, que acrescentou que esta “cultura de descarte” é fruto “de um sistema econômico, em cujo centro não está a pessoa humana, mas o dinheiro”. Francisco também pediu que as residências para os idosos, “sejam verdadeiros lares e não prisões” e que “sejam para os idosos e não para os interesses de outras pessoas”.

“Não deve haver institutos onde os idosos vivam esquecidos, escondidos e descuidados”, acrescentou. “As residências devem ser pulmões de humanidade em um país, em um bairro ou em uma paróquia. Devem ser santuários de humanidade onde quem é velho e frágil é cuidado como um irmão mais velho”, disse o Papa.

Para Francisco, “um povo que não protege seus avôs e não os trata bem é um povo que não tem futuro. Não tem futuro porque perde a memória e se separa de suas raízes”.

“Uma das coisas mais bonitas em uma família é poder acariciar uma criança e deixar ser acariciado pelo avô ou a avó”, afirmou. Durante a cerimônia, que foi acompanhada por canções dos tenores Andrea Bocelli, Massimo Ranieri e Claudio Baglioni, tomaram a palavras várias famílias que relataram seu testemunho.

Entre estas, um casal de idosos cristãos procedentes de Erbil, no Curdistão iraquiano, ambos de 70 anos e pais de 10 filhos, que tiveram que escapar da zona em agosto após o ataque dos jihadistas do Estado Islâmico (EI). O pontífice também se referiu a eles quando assegurou que “a violência contra os idosos, como contra as crianças, é algo desumano”.

Aos avôs, lembrou, “que foi confiada uma grande tarefa: transmitir a experiência da vida, a história de uma família, de uma comunidade, de um povo; compartilhar com singeleza uma sabedoria, e a mesma fé”. “Que sorte estas famílias que têm aos avôs por perto. Os avôs são pais duas vezes”, acrescentou.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/09/em-encontro-com-bento-xvi-papa-francisco-defende-valor-dos-idosos.html.

 

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Não podemos votar devemos votar

Não podemos votar devemos votar

 

CNBB
CNBB

 

A CNBB lançou neste mês uma carta que apresenta uma reflexão sobre pontos importantes que estão latentes na sociedade. Eis os pontos mais importantes na carta:

2. Sem saúde não se vive. O povo está morrendo à míngua, e as promessas de mudança no setor da saúde não saem do papel há décadas. Não podemos votar em candidatos que nunca fizeram nada pela real melhoria de vida da população. Devemos votar naqueles que mostraram empenho para a transformação da realidade caótica em que vivemos, no que tange à saúde.

3. A vida é um dom de Deus. Só Deus tem o poder de dar a vida e de chamá-la para a eternidade. Por isso, não podemos votar em candidato que apoia o aborto ou a eutanásia. Devemos votar naqueles que expressam abertamente a sua posição em favor da vida.

4. A família é o fundamento de uma sociedade. Família desorganizada e cheia de confusão gera sociedade desestruturada e violenta. Não podemos votar em candidato que atentam contra os valores familiares. Devemos votar em candidatos que vivem e acreditam na família como elemento basilar para a formação de uma sociedade harmoniosa e feliz.

5. O estado brasileiro é laico, mas o povo brasileiro é profundamente religioso. Não podemos votar em candidatos que desprezam o sentimento religioso do povo. Abolir os sinais religiosos é amputar sentimentos profundos presentes no coração de nossa gente e negar o direito sagrado dos cidadãos. Devemos votar em candidatos que respeitam as religiões e dão o devido valor às manifestações religiosas da comunidade.

 

Veja a carta completa na íntegra: http://www.cnbb.org.br/artigos-dos-bispos-1/419-dom-gregorio-paixao/15004-nao-podemos-votar-devemos-votar

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Hoje (24) a Diocese de Patos na Paraíba celebra a Solenidade de Nossa Senhora da Guia, Padroeira Diocesana, são 226 anos de tradição e fé. A devoção a Virgem da Guia, é a base da fundação da cidade paraibana, foi sob sua proteção que Patos cresceu e se desenvolveu como uma das principais cidades da Paraíba. Ela de seu trono na catedral olha por seus filhos que estão no território da cidade e também olha sobre àqueles que longe estão do seu chão.

Por que a amamos tanto?

 Porque Deus a escolheu para ser a Mãe do seu Filho, Jesus. O amor e a veneração pela mãe do Filho de Deus encarnado já são mencionados no Evangelho; ela mesmo disse: “Todas as gerações me chamarão bem-aventurada” (Lc 1,48). Demonstramos nosso amor à Virgem Maria de várias formas: nas festas que a igreja celebra em seu louvor, quando rezamos o rosário, contemplando Jesus com Maria, quando nos dirigimos a ela pedindo seu auxílio, rezando com amor a “Ave Maria” e quando colocamos nossa vida sob sua proteção materna.

 Temos especial carinho por Maria, em obediência a Jesus e por fidelidade ao Evangelho: “Filho, eis aí a Tua mãe” (Jô 19,27). Por isso podemos dirigir-nos a ela confiando-nos à sua intercessão materna em todas as nossas necessidades. Jesus mesmo mostrou como lhe agradava a intercessão de Maria quando, por ocasião das Bodas de Caná, a pedido dela, realizou o primeiro sinal (Jo 2,1-11). Quanto mais assemelhados a Cristo, tanto mais os cristãos devem nutrir os sentimentos de veneração e estima filial que Jesus nutria para com a sua mãe.

por: Seminarista Josivânio

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Papa nomeia bispo para diocese de Formosa (GO)

Dom José Ronaldo Ribeiro. Foto: Diocese de Janaúba (MG).

 

O Papa Francisco nomeou nesta quarta-feira, 24, um novo bispo para Formosa (GO): Dom José Ronaldo Ribeiro, que até então estava na diocese de Janaúba (MG).

Natural de Uberaba (MG), Dom José Ronaldo estudou Filosofia e Teologia no seminário Maior Nossa Senhora de Fátima, em Brasília. Foi ordenado presbítero em maio de 1985.

Antes do episcopado, foi membro do Conselho Presbiteral e do Colégio de Consultores da arquidiocese de Brasília; vigário geral da arquidiocese e vigário episcopal do Vicariato Norte da arquidiocese; membro do Conselho Arquidiocesano de Assuntos Econômicos e do Conselho Pastoral Arquidiocesano. Ele também foi presidente do programa Previdência de Elevação da Renda Familiar.

Dom José Ronaldo foi nomeado bispo de Janaúba (MG) em 6 de junho de 2007. Recebeu a ordenação episcopal no dia 28 de julho de 2007, em Sobradinho (DF).

Fonte: http://www.cnbb.org.br/

Publicado em Artigos Científicos

PÓS-MODERNIDADE E MEIOS DE COMUNICAÇÃO

 excesso da comunicaçao

O homem é um ser de relacional[1], como diz Martin Buber, com isso, é social, político e comunitário. Desde os primórdios, a comunicação existe no contexto existencial do homem. Com o passar dos anos, percebe-se uma enorme evolução na comunicação.

Na sociedade hodierna, vê-se um fluxo contínuo de informações e notícias. Com o “boom” dos smartphones e das redes sociais, há uma constante troca, tanto de informações, quanto de experiências, imagens entre outras. Criou-se a massificação da informação.

A Pós-Modernidade trouxe, além de tudo isso, um “simular”, faz-se uma jogatina entre o real e o imaginário. Quando o momento se torna enfadonho, surge uma fuga para “outra realidade”, gerando assim uma “amebalização” das relações dialógicas. Perde-se os valores, o homem se torna “ligth”[2].

Através deste cenário contempla-se o niilismo total, ou seja, a falta de sentido. Os sistemas informativos se tornam picadeiros, nele os animais são os homens. Com o atual aparato midiático há um tendencionismo, este procura alienar cada vez mais pessoas. Não se respeita o receptor, com todas as suas particularidades culturais e éticas, o que se valoriza é o emissor.

Diante do período Pós-Moderno, o homem é desafiado a se libertar e a criar uma nova cultura midiática. Utilizando-se da atual estrutura, que é eficaz e globalizante.

Neilton Mendes.

Seminarista da diocese de São Luís dos Montes Belos, 1° ano de filosofia, IFTSC.

 Referências

[1] BUBER, Martin. Eu e Tu. Tradução do alemão, introdução e notas por Newton Aquiles Von Zuben. São Paulo: Centauro, 2001.

[2] BARTH, Wilmar Luiz. “O Homem Pós-Moderno, religião e ética”. In Teocomunicação 155(2007), Porto Alegre, p. 86.

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Conheça as dicas em quem votar ou não, segundo a cartilha da CNBB, regional sul 2

 

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Em quem votar Em quem não votar
  • apresenta uma sincera adesão aos valores cristãos, efetiva competência política e reconhecida capacidade de liderança;
  • defende a vida, desde a concepção até o seu fim natural, e a dignidade do ser humano;
  • defende a família, segundo o

plano de Deus;

  • possui histórico de comprometimento com as causas dos mais

necessitados.;

  • garante a liberdade de educação salvaguardando o ensino religioso confessional e plural, de acordo com o princípio constitucional da liberdade religiosa, reconhecido no Acordo entre o Brasil e a Santa Sé;
  • é coerente em relação ao seu discurso e atitudes (se o candidato tiver um engajamento na Igreja Católica é digno de mais confiança ainda. Escolha pessoas que possuem vínculos com a Igreja, demonstrados antes da campanha eleitoral);
  • manifesta um comportamento público que inspira confiança e credibilidade.

 

  • é reconhecidamente desonesto. Não importa a sigla partidária, o credo religioso ou a posição nas pesquisas, se é corrupto, negue-lhe seu voto;
  • promete fazer aquilo que não é de sua competência;
  • o dito popular “ele rouba, mas faz”, não pode prevalecer na mente e no coração dos cristãos comprometidos com o bem. E é bom “ficar de olho” nos altos gastos das campanhas: quem muito gasta vai querer o seu dinheiro de volta, se eleito;
  • só aparece no tempo da campanha. Neste campo é preciso tomar cuidado com os candidatos que se utilizam da potencialidade dos católicos para se promover, mas não possuem qualquer vínculo com a Igreja Católica. O fato de alguns candidatos distribuírem materiais de campanha com uma foto ao lado de padres e de líderes católicos, não significa necessariamente que tais religiosos apóiem este candidato. Nesse caso, é necessário verificar com os supostos apoiadores se eles têm conhecimento da propaganda e se realmente estão apoiando o candidato;
  • não vote naquele que se mostra como político profissional: está no poder há muito tempo e nada faz de concreto para o povo;
  • muda frequentemente de partido, sempre conforme suas   conveniências, e sem comprometimento com os anseios do povo;
  • político “engomadinho” que fala bonito, se apresenta bem, mas não tem conteúdo em suas propostas;
  • não mude sua opinião em razão de pesquisas eleitorais.

Maiores detalhes acesse: http://www.cnbbs2.org.br.