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QUARTO DIA DA VII SEMANA ACADÊMICA

No quarto dia da VII semana acadêmica de filosofia e teologia, o primeiro tema a ser abordado foi: “As situações- limites como requisito essencial para a realização na transcendência em Karl Jaspers”, apresentado por Romário Domingos.  O objetivo foi provocar os estudantes para que se interessem ou busquem a conhecer a filosofia jasperiana, uma vez pouco apreciado no Brasil, pois trata de assuntos pertinentes de nossa realidade.

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Logo após, o acadêmico William Francisco do segundo ano de filosofia apresentou a Metafísica em Tomás de Aquino. A Metafísica tomista tem como objetivo conduzir o homem através da via racional à necessidade da existência de um ser infinito e perfeito: Deus.

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A terceira comunicação foi ministrada pelo acadêmico do segundo ano de filosofia Manoel Rodrigues, com o tema: “A virtude da honestidade segundo Michel de Montaigne”. A finalidade foi mostrar o conceito de honestidade elaborado por Michel a partir do contato que ele teve com os estoicos principalmente Cícero e Sêneca, de onde surgiu uma virtude a ser praticada: o conhecimento do bem que ilumina e uma ciência inviolável que busca a verdade.

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Por fim o Padre Sílvio Zurawski falou sobre a revelação na família do Antigo Israel.

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ESTÁ NAS ATIVIDADES DA VII SEMANA ACADÊMICA

EXPOSIÇÃO: A FAMÍLIA NA DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA

cleofas.com.br
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    O objetivo desta exposição é apresentar alguns elementos e escritos importantes sobre a missão da família na doutrina social da igreja.

Jpeg    Exposição está sendo realizada em uma sala do Instituto, preparada, ambientada e organizada para o evento. A visitação ocorrerá aberta meia hora antes do inicio das apresentações da Semana Acadêmica, durante os intervalos das apresentações, sendo guiado o caminho através dos painéis e imagens, encerrando a entrega de um marcador de pagina como lembrança.

 

 

 

 

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    A exposição está acontecendo com a disponibilização de uma sala, Data-show, folhas impressas (tanto colorida como preto e branco), cartazes, algumas mesas (para exposição de alguns documentos dos papas).

Datas: do dia 19 à 21 de outubro (segunda à quarta-feira)

Horários: meia hora antes das conferências e durante o intervalos das conferencias, durante os três dias citados.

 

 

CONTEÚDO BASE DA EXPOSIÇÃO

    A Família na Doutrina Social da Igreja é compreendida como sendo célula vital da sociedade, primeira sociedade natural, fundada no matrimônio (um vínculo perpétuo entre um homem e uma mulher), santuário da vida, a quem é atribuída uma tarefa educativa que é direito dos filhos, é protagonista da vida social e deve ter a sociedade a seu serviço.

    A família é importante para a pessoa e para a sociedade, é no âmbito da família que o homem recebe as primeiras noções do bem e da verdade, aprende a amar e ser amado e o significado de ser pessoa. De outro tanto, sem famílias fortes na comunhão e estáveis no seu compromisso, os povos se debilitam e é no seu âmbito que se dá a aprendizagem das responsabilidade sociais e da solidariedade. (Catecismo, 2224).

    Também é afirmada a prioridade e precedência da família em relação à sociedade e ao Estado. Na sua função procriadora a família é mesmo condição de existência da própria sociedade. A legitimação da família está fundada na própria natureza humana e não no reconhecimento da lei civil. Ela antecede ao próprio Estado, por isto ela não existe em função do Estado, antes o contrário a sociedade e o Estado é que existem para a família. Nas suas relações com a família o Estado tem o dever de ater-se ao Princípio da Subsidiariedade, não lhe subtraindo as tarefas que pode realizar sozinha ou associada a outras famílias e tem o dever de apoiá-la garantindo-lhe os auxílios necessários para que possa bem cumprir as suas responsabilidades. (Familiaris Consortio, 472)

Paternidade responsável

    A família é o santuário da vida, as leis e as instituições do Estado não devem de forma alguma lesar o direito à vida desde a sua concepção até a ocorrência da morte natural, antes devem defendê-lo e o promover. A paternidade é exercida de modo responsável, o que não significa ter filhos de modo desordenado e nem limitar-lhes o nascimento por motivos egoísticos e de comodidade pura. “Em relação às condições físicas, econômicas, psicológicas e sociais, a paternidade responsável exerce-se tanto com a deliberação ponderada e generosa de fazer crescer uma família numerosa, como com a decisão, tomada por motivos graves e com respeito pela lei moral, de evitar temporariamente, ou mesmo por tempo indeterminado, um novo nascimento.” (Humanae vitae, 10 e Gaudium et spes, 50 – 51)

    Aos esposos cabe, com exclusividade, o juízo de valor acerca do intervalo entre os nascimentos e não é lícito ao Estado interferir de forma direta ou indireta nesta decisão. São considerados inaceitáveis e moralmente condenáveis os programas de ajuda econômica destinados a financiar campanhas de esterilização e de contracepção ou que estejam condicionados a aceitação de tais campanhas.

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    “O recurso a meios contraceptivos artificiais para espaçar os nascimentos é ilícito, entretanto, são lícitos os recurso à abstinência periódica nos períodos de fertilidade feminina.” (Humanae vitae)

    Não são aceitas todas as técnicas reprodutivas: doação de esperma ou de ovócitos, maternidade de substituição e a fecundação artificial e formas de procriação assistida, por dissociarem o ato procriador do ato unitivo ou por considerar que é lesado o direito do filho de ter na mesma pessoa o pai biológico e o pai jurídico, ofendendo assim a dignidade integral da pessoa. Diversamente são admitidos os meios que se configuram como auxílio ou ajuda ao ato conjugal ou à consecução dos seus efeitos. (Instrução Donum vitae, da Congregação para a Doutrina da Fé)

    Não é considerado, do ponto de vista ético, não apresenta problemas em princípio a simples replicação de células normais ou de porções do DNA, entretanto a clonagem propriamente dita é rejeitada por se realizar em ausência total do ato de amor pessoal entre os esposos, é igualmente grave a clonagem com fins de reprodução de embriões para deles retirar células com fins terapêuticos por implicar na morte do embrião. (João Paulo II, Discurso à Pontifícia Academia para a Vida, L’Osservatore Romano, ed. port., 28. fev. 2004, p. 6)

    A maternidade e a paternidade são vistas pela Doutrina Social da Igreja como uma tarefa que transcende ao aspecto simplesmente físico mas que tem também uma dimensão espiritual. A família tem direito à assistência da sociedade, as famílias numerosas têm direito a uma ajuda adequada e não devem ser discriminadas. A vida nascente deve ser protegida desde a sua concepção até o seu fim natural.

Educação dos filhos

    O primeiro direito da criança é de nascer numa verdadeira família. A família tem um papel insubstituível na educação dos filhos por direito natural originário e primário, os pais são os primeiros e principais educadores dos filhos. As autoridades públicas têm o dever de assegurar e proteger este direito. Os pais têm o direito e a obrigação de verificar o modo como se realiza a educação sexual nas instituições educacionais que estão a seu serviço, de modo a garantir que a abordagem deste tema se faça de modo adequado e de conformidade com as suas convicções morais.

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Família e trabalho

    O trabalho doméstico, em especial o da mãe de família, deve ser valorizado e deve merecer do Estado e da sociedade uma remuneração pelo menos igual à dos outros, com os auxílios e benefícios sociais e previdenciários respectivos, devem ser eliminados os obstáculos que constrangem a mulher a não realizar plenamente as suas funções maternas.

   

    A família tem direito a um salário para que possa viver dignamente. “Tal salário deve permitir a realização de uma poupança que favoreça a aquisição de uma certa propriedade, como garantia da liberdade: o direito à propriedade é estreitamente ligado à existência das famílias, que se põem ao abrigo da necessidade também graças à poupança e à constituição de uma propriedade familiar”. (Rerum novarum)

DOCUMENTOS DA IGREJA

Doutrina Social da Igreja.

Arcanum Divinae Sapientiae, encíclica do Papa Leão XIII sobre a família.

Constituição Apostólica Gaudium et Spes, Concílio Vaticano II.

Carta dos Direitos da Família, Santa Sé.

Casti connubii, enc. do Papa Pio XI, sobre o matrimônio cristão.

Alocução sobre a dignidade e a missão da mulher, Papa Pio XII.

Humanae vitae, enc. do Papa Paulo VI, sobre a regulação da natalidade.

Instrução Donum vitae, Congregação para Doutrina da Fé, sobre a dignidade da procriação.

Sexualidade Humana: verdade e significado, Pontifício Conselho para a Família.


Texto disponibilizado pelo Aluno de Teologia PUC-Goiás, João Marcelo. Adaptado.

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Papa: por intercessão de S. João Paulo II rezar pelo Sínodo

gospelhoje.com.br
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A Igreja celebra nesta quinta-feira dia 22 de Outubro a Memória Litúrgica de S. João Paulo II. Ontem quarta-feira dia 21, no final da Audiência Geral, o Papa Francisco saudou os peregrinos polacos, dizendo-lhes que S. João Paulo II. “É o Papa da família”.

“Sejam seus bons seguidores no zelo pelas vossas famílias e por todas as famílias, especialmente aquelas que vivem no desconforto espiritual ou material. A fidelidade ao amor professado, às promessas feitas e aos compromissos que provêm da responsabilidade, sejam a vossa força. Por intercessão de S. João Paulo II rezamos para que o Sínodo dos Bispos, que está para se concluir, renove em toda a Igreja o sentido do valor indissolúvel do matrimônio e da família saudável, baseada no amor recíproco entre o homem e a mulher, e na graça divina.”


http://pt.radiovaticana.va

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TERCEIRO DIA DA VII SEMANA ACADÊMICA DE FILOSOFIA E TEOLOGIA (IFTSC/ PUC-GO) 21 DE OUTUBRO DE 2015

No terceiro dia da VII Semana Acadêmica de Filosofia e Teologia, aconteceu o dia de comunicação dos alunos. A primeira comunicação foi explanada pelo acadêmico da UFG, Túlio Pascal, com o tema “Foucault e a ontologia histórica de nós mesmos: o homo aeconomicus como emblema de uma subjetividade assujeitada”. O objetivo do trabalho foi mostrar como a ontologia de Foucault está inscrita dentro de uma filosofia da subjetividade, apresentando as lutas contra as formas de subjetivação, a análise do homem econômico e a teoria do capital humano.

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            Posteriormente, o acadêmico do terceiro ano de filosofia do Instituto de Filosofia e Teologia Santa Cruz, Laurito Deliberto, apresentou o trabalho com o tema “De homem-sujeito para homem-objeto”. Esse trabalho foi fundamentado na obra “Dialética do Esclarecimento” escrita pelos filósofos Adorno e Horkheimer, e teve como auxílio os comentadores Rodrigo Duarte e Olgária Matos. O objetivo foi trazer uma reflexão sobre dois processos que vêm acompanhando a história da civilização ocidental, a saber: o da constituição do homem como sujeito e o de sua transformação paulatina em objeto.

 

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A terceira comunicação foi ministrada pelo também  acadêmico do terceiro ano de filosofia do (IFTSC), Jorgge Eduardo Ulisses de Resende, com o tema “A arte como forma de expressão da linguagem em Hans-Georg Gadamer”. A finalidade do trabalho foi fazer uma reflexão sobre as formas de comunicação da obra de arte, a qual possui uma linguagem que expressa a vida e o mundo interior do artista.

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Em seguida, foi apresentada a comunicação com o tema “A retomada da questão do Ser em Heidegger”, pelo acadêmico Marcelo Ferreira Santos do terceiro ano de filosofia (IFTSC), com o objetivo de procurar refletir sobre o caminho do sentido do Ser.

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A quinta apresentação, que por questões práticas foi antecipada, teve como tema “A missão da Igreja quanto ao anúncio querigmático na catequese”, apresentada pelo acadêmico Jânio Carlos do segundo ano de teologia (PUC-GO). O objetivo da comunicação foi fazer uma reflexão sobre o termo “querigma”, dividida em quatro pontos, a saber: o que é; como surgiu; à quem se dirige e o conteúdo do anúncio querigmático.

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A sexta apresentação da noite foi desenvolvida pelo acadêmico Bruno Soares do primeiro ano de teologia (PUC-GO) e a professora Ir. Delma Mesquita, rc (IFTSC), com o tema “A Antígona Queer de Judith Butler como desvio ideológico da Tragédia de Sófocles”. A finalidade da apresentação foi refletir sobre como a autora apresenta e insere a Antígona, tragédia grega de Sófocles, no discurso ideológico de gênero, a partir de sua obra “O clamor de Antígona”.

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A sétima comunicação, com o tema “Homem e Mulher criados para a aliança”, foi apresentada pelo acadêmico Pedro Fleury do segundo ano de teologia (PUC-GO). O trabalho procurou sinalizar alguns elementos sobre o segundo relato da criação, do livro do Gênesis, para criar expectativas de ajuda na construção de uma reflexão sobre o tema da VII Semana Acadêmica: a subjetividade e família.

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Por fim, a última comunicação da noite, apresentada pelo acadêmico Rodrigo Lacerda do segundo ano de teologia (PUC-GO), trabalhou o tema “Celibato: uma análise da história da distinção disciplinar entre Oriente e Ocidente”. A comunicação buscou apresentar a Hermenêutica de alguns textos e o contexto histórico no Oriente e no Ocidente sobre o celibato.

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AUDIÊNCIA GERAL – PAPA FRANCISCO

PAPA FRANCISCO

AUDIÊNCIA GERAL

Quarta-feira, 21 de Outubro de 2015


Locutor:

A família vive da promessa de amor e fidelidade que o homem e a mulher se fazem reciprocamente. A fidelidade à promessa feita é uma verdadeira obra-prima de humanidade! Olhando a sua arrojada beleza, sentimo-nos atemorizados; mas, se desprezarmos a sua corajosa tenacidade, estamos perdidos. Nenhuma relação de amor – nenhuma amizade, nenhuma forma de bem-querer, nenhuma felicidade do bem comum – atinge a altura do nosso desejo e da nossa esperança, se aí não habitar este milagre da alma. E digo «milagre», porque, apesar de tudo, a força e a persuasão da fidelidade não cessam jamais de nos encantar e surpreender. A honra à palavra dada, a fidelidade à promessa não se pode comprar nem vender; não se pode impor pela força, mas também não se pode guardar sem sacrifício. Se a família não ensinar esta verdade do amor, nenhuma outra escola o poderá fazer. Há que restituir a honra social devida à fidelidade do amor. É necessário subtrair à clandestinidade o milagre diário de milhões de homens e mulheres que regeneram o próprio alicerce familiar, do qual vive toda a sociedade e que não o pode garantir de qualquer outro modo. Por isso Deus inscreveu este princípio da fidelidade à promessa do amor e da geração na obra da criação como uma bênção perene, à qual está confiado o mundo.


Santo Padre:

Carissimi pellegrini del Portogallo, del Brasile e di altri Paesi di lingua portoghese, benvenuti! Di cuore vi saluto tutti e affido al buon Dio la vostra vita e quella dei vostri familiari. Sono lieto d’accogliere la delegazione della Comunità Ebraica di San Paolo, accompagnata dal Cardinal Odilo Scherer. Questa visita a Roma vi aiuti a essere pronti, come Abramo, ad uscire ogni giorno verso la terra di Dio e dell’uomo, rivelandovi un segno dell’amore di Dio per tutti i suoi figli.Grazie!


Locutor:

Queridos peregrinos de Portugal, Brasil e outros países de língua portuguesa, bem-vindos! Saúdo-vos cordialmente a todos, confiando ao bom Deus a vossa vida e a dos vossos familiares.Com alegria, acolho a delegação da Comunidade Hebraica de São Paulo, acompanhada pelo Cardeal Odilo Scherer. Esta visita a Roma vos ajude a estar prontos, como Abraão, a sair cada dia para a terra de Deus e do homem, revelando-vos um sinal do amor de Deus por todos os seus filhos. Obrigado!


http://w2.vatican.va/

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SEGUNDO DIA DA VII SEMANA ACADÊMICA DE FILOSOFIA E TEOLOGIA/ PUC GOIÁS

20 DE OUTUBRO DE 2015

Na noite do dia 20 de outubro de 2015, aconteceu o segundo dia VII semana acadêmica. A noite foi aberta com a palestra do Pe. Dr. Françoá Costa, com o tema família e sociedade. Ouve uma comunicação da prof.ª Ms. Neusa Barbeiro a cerca do tema família e pós modernidade. A última programação foi o minicurso sobre subjetividade em Edith Stein, orientado pelo prof. Rafael Carneiro. As conferências trataram sobre temas filosóficos e teológicos referente a família e  subjetividade.

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Abertura da VII Semana Acadêmica de Filosofia e Teologia

Aconteceu ontem a abertura da VII Semana Acadêmica de Filosofia e Teologia do Instituto Santa Cruz e PUC-Goiás.

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    A noite começou com uma apresentação cultural do grupo Acústico Gospel, composto pelo trio; Daniel, Isabel e Felipe. Eles com suas composições baseadas em textos bíblicos abriu-nos a noite com um belo clima contemplativo, com músicas boas de se ouvirem e serem pensadas.

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    Quem deu abertura à semana acadêmica foi a Pró-reitora dos Cursos de Graduação da PUC-Goiás, Professora Sônia, ela ressaltou sobre a importância do evento que nos leva a pensar juntos. Ela anunciou sobre a visita do MEC a Instituto vinculado a PUC e frisou a visita como um grande passo importante para o curso de Teologia na instituição. Agradeceu aos organizadores e desejou que “este momento seja de interações entre institutos de ensino e trocas de conhecimentos, experiências. Bom encontro, que nos apropriemos de tudo que acontecerá”. Estas foram às últimas palavras da Professora que desejou um bom aproveito a todos os participantes da semana.

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   Para encerrar a noite tivemos uma palestra com a Professora PhD. Carla Damião (UFG), que falou sobre “Imagens do pensamento: o limite entre a retórica e a filosofia.

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    O evento contou também com exposição de trabalhos de estagio dos cursados do curso de Teologia, exposição sobre pronunciamentos da Doutrina Social da Igreja sobre a família e momento de confraternização.

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   E a semana apenas começou, hoje teremos mais a partir das 19h, Você que não conseguiu fazer sua inscrição no site, não tem problema, fazemos sua inscrição na própria instituição pessoalmente, não deixe de fazer parte desta semana, você é nosso convidado para pensarmos, refletirmos e discutirmos juntos para sermos formadores de opiniões na nossa sociedade.