Publicado em Artigos Científicos, Artigos científicos filosóficos, Filosofia

Religião Católica e ciência: união versus rivalidade

"A fé e a razão constituem como que as duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade" (João Paulo II)

Trata-se de um estudo sobre as relações entre a Fé e a Razão. O objetivo principal é demonstrar que a Religião Católica e a Ciência estão relacionadas e que ambas falam a mesma linguagem, porém com focos diferentes.

Por muito tempo, a Religião e a Ciência se encontraram em constantes conflitos. Hoje se sabe que constitui um grande e doloroso mal entendido essa visão de incompatibilidade entre a Fé e a Razão e que ambas são como que as duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para contemplar a verdade.

O método consistiu em uma revisão bibliográfica que teve por base livros de antropologia teológica, documentos da Igreja Católica e o livro “A Origem das Espécies” de Charles Darwin.

Concluiu-se que tanto a Fé como a Razão precisam uma da outra para continuar seu progresso rumo ao conhecimento da verdade e maior felicidade do próprio homem.[1]

Leia a íntegra do artigo:Religião e ciência: união versus rivalidade

Cláudio José de Carvalho[1]


[1] Seminarista da Diocese de Itumbiara, no 1º ano de Filosofia do IFTSC.


[1] Resumo do artigo científico de mesmo nome apresentado na III Semana Acadêmica do Instituto Santa Cruz, em 15 de setembro de 2011.

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O cristão se encontra no limiar da despedida

Heráclito propõe explicar o mundo por meio do devir, provindo de uma natureza comum a todas as coisas que se encontra em eterno movimento, como podemos observar no seguinte fragmento: “Nos mesmos rios entramos e não entramos, somos e não somos.” (HERÁCLITO, Alegorias, 24).

Ao lermos o evangelho de Marcos (Mc 8, 27-35), e observarmos duas ações, a primeira, de Pedro ao repreender Jesus, logo após ouvir que seu mestre deveria sofrer e ser morto antes de ressuscitar; e, a segunda, a repreensão de Jesus a Pedro, por notar que a compreensão de seu discípulo se voltava às coisas humanas e não às Divinas, podemos abstrair a reflexão de que o homem é um ser de relações, e que este é um ponto que nos coloca no limiar da despedida.

Há nesse sentido uma analogia entre o devir e a despedida, o devir humano é um constante conjunto de despedidas, por exemplo, a do envelhecimento, do alimentar-se, dos amigos que se partem, das aulas que terminam, das canções ouvidas, do livro que se leu, da viagem que se fez, das estações que passaram, do dia que se foi, de tantas outras despedidas,  as quais culminam em uma despedida maior: a experiência da morte.

A certeza que temos é que passaremos pela experiência da despedida. O senso humano é inconformado com essa realidade da despedida, como é percebido na atitude de Pedro, que não concebia a perda de Jesus

A caminhada, por exemplo, é uma despedida daquilo que se deixa para trás a fim de um encontro ou um reencontro. Nesse sentido, o cristão, que também se encontra no limiar da despedida, se prepara esperando o encontro inesperado com Deus, com aquele que nunca se despede.[1]

Plavras-chave: despedida, devir, limiar.

Leia a íntegra do artigo: O cristão se encontra no limiar da despedida

Arpuim Aguiar de Araujo[2]


[1] Resumo do artigo científico de mesmo nome apresentado na I Semana Acadêmica do Instituto Santa Cruz, em 28 de outubro de 2009.

[2] Seminarista da Arquidiocese de Goiânia, no 3º ano de Filosofia do IFTSC.

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