Publicado em Cristologia, Teologia

Festa da Exaltação da Santa Cruz

Esta festa surgiu  no ano de 355, por ocasião da inauguração das duas grandes basílicas na cidade de Jerusalém: a do Calvário e a do Santo Sepulcro. A construção destas duas basílicas foi ordenada pelo imperador Constantino. O lenho da cruz foi descoberto por Santa Helena. Esta cruz tinha sido levada para a Pérsia e depois retornou a Jerusalém.

Para nós a cruz é um ponto de referência muito importante para a nossa fé e para a nossa esperança. Foi por meio dela que Cristo nos salvou e nos libertou; ela simboliza o preço pago pela nossa salvação. Quando somos apresentados à comunidade cristã, na cerimônia batismal, o primeiro sinal de acolhida é o sinal da cruz traçado em nossa fronte pelo padre, pais e padrinhos, sinalando-nos para sempre com Cristo. Contudo, o caminho da cruz se torna um caminho de luz, caminho de ressurreição. Quem quer seguir Jesus, precisa negar a si mesmo, pegar a sua cruz do dia a dia e segui-Lo. O discípulo de Cristo precisa segui-Lo em todas as circunstâncias, não só nos momentos alegres, mas também nos de dificuldade. Precisamos assumir a nossa cruz e seguir Jesus oferecendo nosso sofrimento, em união com a cruz d’Ele.

No tempo de Jesus, a cruz consistia numa haste vertical fixada no chão e uma trave horizontal que era carregada pelo condenado até o local do seu suplício. O condenado era preso na haste e era levantado. Jesus carregou a trave horizontal de Jerusalém até o Monte Calvário, local de Sua morte. Nós precisamos estar dispostos a carregar a nossa cruz com a certeza da vitória final, da ressurreição. A cruz era instrumento de suplício, escândalo para os judeus, loucura para os pagãos, mas se tornou, depois da morte de Cristo, motivo de glória. Deus poderia ter escolhido outros caminhos para nos salvar, mas escolheu o caminho da cruz, do sofrimento. Não parou, evidentemente, na cruz, na Paixão. A Paixão conduziu Jesus à ressurreição, à vitória final sobre a morte, o pecado, o demônio. Olhando para a cruz, que é sinal do amor maior de Deus para conosco, podemos ver como o Pai amou tanto o mundo a ponto de mandar Seu Filho não para condenar o mundo, mas para salvá-lo.

Diac. Ueslei Vaz Aredes[1]


[1] Seminarista da Diocese de Itumbiara, no 4º ano de Teologia no IFTSC.

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INTRODUÇÃO À PRIMEIRA PARTE DO CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA (CIC)

ImagePretendemos fazer um caminho pedagógico semelhante a uma escola da fé. Nada mais justo que começar com a origem e a profissão da fé. Adentraremos na primeira parte do nosso catecismo: a “profissão da fé”. Exploraremos os primeiros concílios ecumênicos de caráter cristológico e trinitário, no qual foi discutido sobre a divindade e a humanidade de Jesus e sobre as três pessoas da Santíssima Trindade: um único Deus em três Pessoas, a saber, uma única essência em três Pessoas Distintas.

Constataremos que as dúvidas de fé dos primórdios eram semelhantes as nossas. Destarte, afirma Santo Agostinho: “devemos compreender para crer e crer para compreender”. Portanto, vamos buscar dar razões de nossa fé. Jamais esquecendo que a razão e a fé devem caminhar e estar completamente unidas: semelhante aos nossos pulmões ou semelhante às duas asas dum pássaro.

De início é necessário lembrar que a “profissão de fé” (o creio ou credo), é dividida em quatro partes. Quando professamos nossa fé nos domingos e solenidades afirmamos que cremos em: 1) Deus Pai Todo-Poderoso, 2) Jesus Cristo Salvador, seu único Filho – e que não teve irmãos uterinos ou sanguíneos, 3) no Espírito Santo e 4) na Igreja Una, Santa, Apostólica e Católica.

A parte: “profissão da fé” do Catecismo da Igreja Católica (CIC) inicia-se no parágrafo 26 e vai até o parágrafo 1065 do mesmo. Em suma, é uma parte completamente dogmática, cristológica, antropológica e eclesiológica.

Do parágrafo 26 ao 66 o CIC destaca dois movimentos, a saber, um imanente-antropológico no qual “o homem é ‘capaz’ de Deus” e outro transcendente-cristológico: “Deus vem ao encontro do homem”. Apresentaremos estes dois movimentos no próximo texto.

Diácono Ueslei Vaz Aredes[1]


[1] Seminarista da Diocese de Itumbiara, no 4º ano de teologia.

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A RELAÇÃO DO SER HUMANO COM DEUS UNO E TRINO REVELADO POR CRISTO

Este texto é de um resumo da conferência feita por P. Spencer Custódio Filho (SJ), na semana acadêmica do Instituto Santa cruz, em 06.06.2012. Construída segundo a compreensão de quem a produziu. Nela faz-se alusão a termos usados pelo conferencista, bem como a expressões na íntegra. Mas o conteúdo exposto neste resumo é de responsabilidade de seu autor.

A Igreja levou um longo tempo para assimilar a relação entre a teologia e as ciências humanas. O Vaticano II trouxe uma forte contribuição para uma revisão acerca do olhar sobre e para o homem. Temos aqui o primeiro momento em que a Igreja aborda o tema da antropologia, enquanto ciência. O Vaticano também colabora para um diálogo e aproximação com as ciências humanas, uma vez que, salvo exceções, a teologia era elaborada – fala-se aqui enquanto referencial – por uma filosofia dogmática.

No século XIX, diante da teologia liberal alemã (protestantes) e dos pressupostos metodológicos das ciências críticas no estudo bíblico e dogmático, há um estímulo no que e para o que toca a teologia cristã católica. Um convite à discussão (interpelação), enquanto referencial e interlocução. O fato do pouco contato com a bíblia é um fator que interpela no que toca a esta questão – lembrando que ainda hoje muitos cristãos católicos têm pouca relação com a Bíblia enquanto dado da Revelação. Assim podemos afirmar, também, que o Concílio Vaticano II “abriu um horizonte intelectual de leitura da Sagrada Escritura e elementos científico-culturais”.

Na virada do século XIX para o seguinte, Loysy provoca a uma “aplicação de métodos histórico-críticos no estudo da Sagrada Escritura e do dogma”, motivado pela convicção de que o “povo estava imerso na dúvida”. Houve um forte conflito com o pensamento oficial da Igreja, que procurou desacelerar tal discussão que, mais largamente, por outros campos e reflexões, se dava no limiar do século XX, mais que já antes vinha sendo elaborada. Houve, por parte da e na Igreja, uma “afirmação da neo-escolástica (do séc. XIX) e um distanciamento entre catolicismo e modernidade”.

No contexto do Vaticano II houve uma “lenta renovação” trazida pela reflexão de teólogos como Marechal, Lubac, Danielou, Congar e outros. No séc. XX,  houve uma evocação, muito presente no Vaticano II e até como propósito deste, de nos colocar (enquanto Igreja) e contextualizar no tempo presente, um convite a uma “modernização”. E, de fato, o Concílio conseguiu nos deslocar para o século XX, para aquelas reflexões que já vinham e se fortaleceram no início desse século. O Vaticano II usou uma linguagem nova, de aproximação/diálogo (evocação à atualização), de tal forma, que se abriu a “releituras bíblicas que mudaram a compreensão e a própria leitura da Bíblia e dos fatos” (vida/“cotidiano”).

Houve, por parte dos dominicanos franceses, uma renovação do tomismo da escolástica medieval. Esse contexto gerou uma grande contribuição para o estudo da teologia, com aceno para Karl Rahner (SJ), no tocante à antropologia. A teologia se lança “dentro” da vida das pessoas, uma vez que houve uma forte “aproximação entre antropologia e cristologia”. A questão do Cristo histórico ganha força e adentra profundamente por meio de muitas reflexões. A humanidade de Cristo o apresenta como pessoa que provoca paixão e estreita nossos laços com o Pai, pois Ele nos revela o Pai. Mediante uma leitura antropológica, temos a possibilidade e oportunidade de encontrar e ver muitas coisas novas e fascinantes, uma vez que o “humano de Jesus revela e autocomunica sua divindade”. Fala-se aqui de um cristo inserido no tempo (menos na dimensão do pecado).

Segundo P. Spencer (SJ): “A razão da encarnação é o ‘apaixonamento’ de Deus”.

Renato Eduardo da Silva Costa[1]


[1] Seminarista da Arquidiocese de Goiânia, no 1º ano de Teologia no IFTSC.

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ASCENSÃO DO SENHOR: UM CONVITE À MISSÃO DE CRISTO (II)

Continuação do post anterior, “Ascensão do Senhor: um convite à missão de Cristo (I)

E nós, como nos deparamos com este acontecimento? É mister ressaltar que em hora alguma devemos interpretar a expressão de “subir aos céus” como uma viagem espacial, por exemplo. Cremos como uma “outra maneira de confessar a nossa fé em Jesus Cristo, Senhor dos vivos e dos mortos, e no seu Espírito vivo e presente na comunidade” (ALVES, 1984 p. 167) A subida de Jesus ao Pai é um modo de expressar da glória de Jesus, vivo no seio de Deus. Um mistério narrado com traços fantásticos, na forma de um arrebatamento. Jesus está plenamente glorificado junto ao Pai. O fundamental é confessar com os Apóstolos que Jesus está vivo e foi constituído por Deus como único Senhor.

Que significa hoje a ascensão, em um mundo marcado pelo avanço da tecnologia, que substitui o homem em diversas funções através de máquinas? Um avanço técnico e, cada vez mais preocupante, da fome, da miséria, de milhões de crianças que morrem desnutridas, que são abandonadas, de outras a quem são negadas o direito à vida, de constituir família – através da técnica do aborto. Não queremos aqui ter uma solução para o mundo, apenas apontar algumas pistas de reflexão, indagações para tantos problemas que nos atingem. “Certamente não é tarefa direta da Igreja criar uma sociedade mais justa, embora lhe caiba o direito e o dever de intervir sobre questões éticas e morais que dizem respeito ao bem das pessoas e dos povos”. (VD, 2011, p. 184) Crer na ascensão é lutar pela vida, é fazer de tudo para que esta se torne digna, para que se tenha um pleno desenvolvimento do homem, e do homem todo. É alicerçar nos valores da verdade, da justiça, do amor e da liberdade nascidos na caridade que na “convivência humana é ordenada, fecunda de bens e condizente com a dignidade do homem, quando se funda na verdade; realiza-se segundo a justiça; é realizada na liberdade que condiz com a dignidade dos homens; é vivificada pelo amor, que faz sentir como próprias as carências e as exigências alheias e torna sempre mais intensas a comunhão dos valores espirituais e a solicitude pelas necessidades materiais”. (CDSI, 2011 p. 123-124)

Antes de ir para junto do Pai, Jesus deixa aos Apóstolos suas últimas recomendações, confia-lhes os últimos encargos, dá-lhes uma missão. Com a ascensão, os Apóstolos compreendem que a história de Jesus chega à sua plenitude. Entendem para sempre o verdadeiro e único sentido da vida e obra de Jesus que, mesmo sendo Deus, se faz homem e habita entre nós. Aquele que veio para servir e não para ser servido.  Do mesmo modo que é instituída a missão aos Apóstolos, esta também nos é dada: somos incumbidos de construir um Reino de justiça e de paz, tão almejado por Ele. Acreditar na ascensão é fazer tudo o que for ordenado por Cristo, assim como fora feito nas bodas de Caná, por meio da intercessão de Maria, mesmo que ainda não tenha chegado a Sua hora. É crer em suas palavras, suas ações, mesmo na desconfiança que nos atinge, de vez em quando. É fazer de tudo para melhorar as próprias condições em que vivemos, não somente no sentido material, mas, sobretudo, no espiritual, de vivência entre irmãos. Crer na ascensão é não dizer “É Deus que quer!” É cada um ser o primeiro e principal interessado em melhorar a própria vida sob todos os aspectos e meios que nos circundam. É mostrar que um mundo novo é possível, colocar em prática os ensinamentos do Cristo, adentrar em nossos corações e no âmago de nossa consciência superar nossos medos e dificuldades, que nos separam do amor de Cristo e dos irmãos.

Que a ascensão seja para cada um de nós, um momento de repensarmos não somente a subida de Jesus aos céus, mas nossa subida junto aos irmãos, a Deus, a nossa vida em comunidade. Ir ao encontro do outro, do desconhecido, que se tornará um membro novo de uma comunidade, convidado a fazer parte da família de Deus. Ide ao mundo, ensinai aos povos todos, convosco estarei, todos os dias, até o fim dos tempos, diz Jesus. Ouçamos o que Ele nos fala e nos ensina, adentremo-nos em suas palavras e, principalmente, coloquemo-la em prática.

Salvador Antonio do Nascimento Santos[1]

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALVES, José. A fé nossa de cada dia: explicação do Credo em linguagem popular. São Paulo: Paulinas, 1984.

BENTO XVI, Exortação Apostólica pós-sinodal. VERBUM DOMINI, Sobre a Palavra de Deus na Vida e na Missão da Igreja. Brasília, Edições CNBB, 2011.

Compêndio da doutrina social da Igreja / Pontifício Conselho “Justiça e Paz”; tradução Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) – 7. ed. – São Paulo: Paulinas, 2011.

Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Instituto Antônio Houaiss. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

McKENZIE, John L. Dicionário bíblico; tradução Álvaro Cunha et AL; revisão geral Honório Dalboso. 9. ed.  São Paulo: Paulus, 2005.


[1] Seminarista da Diocese de Goiás, no 2º ano de Teologia/Licenciado em Letras pela Universidade Estadual de Goiás – UEG/Pós-graduando em Missiologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC-PR.

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ASCENSÃO DO SENHOR: UM CONVITE À MISSÃO DE CRISTO (I)

Ao tratarmos da ascensão, logo de princípio, vê-se a necessidade de entendermos tal vocábulo. Em um sentido laico, entende-se por ascensão, subida, elevação, escalada. Deriva do termo latino ascensio, substantivo feminino que indica o ato de ascender, ascendência, elevação.

McKenzie (2005 p. 80) define a ascensão de Jesus como “a transferência para o céu do seu glorioso corpo ressuscitado”, ou seja, ao mundo divino. Uma transferência que demanda a sua sobrevivência corporal, sua glorificação derradeira, seu êxodo do mundo material. Com a ascensão “Cristo deixa a terra e o universo criado, sem implicações especiais de tempo e lugar. A exaltação de Cristo e sua instalação à direita do Pai constituem um tema mais frequente do que o da ascensão enquanto tal. (McKENZIE, 2005 P. 80) É, singularmente, a sua exaltação e glorificação como sinal e marca do cumprimento derradeiro de sua missão. Missão esta que continua na figura dos Apóstolos.

“Durante quarenta dias, apareceu-lhes falando do reino de Deus”. (cf. At 1, 4) ordena aos discípulos que não se afastem de Jerusalém, mas que espere a realização da promessa do Pai, que recebam o Espírito Santo para serem testemunhas de tudo o que fora anunciado pelo Cristo. “Depois de dizer isso, Jesus foi levado ao céu à vista deles. Uma nuvem o encobriu, de forma que seus olhos não podiam mais vê-lo”. (cf. At 1, 9) No ápice da ascensão de Jesus, que se senta à direita de Deus Pai, todo poderoso, deparamo-nos com o cumprimento de sua vontade, expressa na figura dos Apóstolos que, após vivenciarem um momento de desorientação e confusão, saem e pregam por toda a parte. Ajudados pelo Senhor, que confirma suas palavras por meio dos sinais que os acompanhavam. (cf Mc 16, 20)

Ao se depararem com Jesus pregado na cruz e, depois, seu corpo colocado num sepulcro, os discípulos de certa maneira sentem que tudo o que fora almejado por Cristo se encerra. O que fazer sem a presença marcante de Cristo? Como continuar a missão sem Ele? Com sua queda, caem também os discípulos. Ficam perplexos, aterrados de temor, não ousam levantar os olhos (cf. Lc 24 1-8). Todavia, os mesmos discípulos que antes se encontravam abatidos, profundamente esmorecidos, encontram-se agora irradiantes, exultantes. Uma mescla de sentimentos invade os Discípulos, um sentimento de alento invade, apossa-se de seus corações: “O Senhor está vivo realmente! Deus o exaltou” (cf. At 5, 31); “subiu aos céus” (cf. 1Pd 3, 22); “está sentado à direita de Deus” (cf. Mc 16, 19). Deste modo, podemos expor que “a ascensão, a subida de Jesus ao céu, a sua glorificação e exaltação é também a ascensão, a subida, a glorificação e a exaltação dos discípulos e de todos aqueles que Nele acreditam”. (ALVES, 1984 p. 164)

Perguntar-se-á como registrar a experiência de fé vivida pelos discípulos naquele momento? Como exprimir tudo o que fazia arder os corações dos que se achavam a caminho de Emaús? Como esclarecer a presença vivificante do Espírito do Ressuscitado na comunidade ali reunida? Como explicar que aqueles homens que antes se encontravam totalmente desorientados, com medo, agora de forma heróica, corajosa, anunciam abertamente a Paixão, Morte e a Ressurreição do Senhor mesmo sabendo de suas implicações. Há somente um único modo de tentar humildemente responder tais implicações. Utilizar a nossa linguagem humana, pobre e limitada. Jesus sobe aos céus, senta-Se junto do Pai: é no céu que Deus “habita”. Em suas limitações, seus desafios diários, o anúncio da obra de Cristo é perpassado aos demais na figura dos Apóstolos, à luz do Espírito Santo.

O texto continua no próximo post.

Salvador Antonio do Nascimento Santos[1]

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALVES, José. A fé nossa de cada dia: explicação do Credo em linguagem popular. São Paulo: Paulinas, 1984.

BENTO XVI, Exortação Apostólica pós-sinodal. VERBUM DOMINI, Sobre a Palavra de Deus na Vida e na Missão da Igreja. Brasília, Edições CNBB, 2011.

Compêndio da doutrina social da Igreja / Pontifício Conselho “Justiça e Paz”; tradução Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) – 7. ed. – São Paulo: Paulinas, 2011.

Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Instituto Antônio Houaiss. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

McKENZIE, John L. Dicionário bíblico; tradução Álvaro Cunha et AL; revisão geral Honório Dalboso. 9. ed.  São Paulo: Paulus, 2005.


[1] Seminarista da Diocese de Goiás, no 2º ano de Teologia/Licenciado em Letras pela Universidade Estadual de Goiás – UEG/Pós-graduando em Missiologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC-PR.