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5º e último dia da IX Semana Acadêmica

A sexta e última noite da IX semana acadêmica iniciou-se com apresentações dos trabalhos acadêmicos. O primeiro a apresentar foi o Diácono Rodrigo Lacerda que abordou a temática:  A Teologia Como Paradoxo: A Tensão Constitutiva Do Mistério. Segue o resumo do seu trabalho:

A teologia católica é uma ciência que pressupõe a fé. Esta fé se configura numa acolhida de um mistério totalmente superior à razão humana, ao mesmo tempo em que se apresenta livremente a esta razão como seu objeto específico. Esta característica faz com que a ciência teológica se configure como uma ciência totalmente sui generis, pois se arroga um caráter científico se firmando sobre fundamentos paradoxais, ou seja, que superam (para) a opinião (doxa) humana. Este trabalho visa apresentar que a teologia, em todos os seus âmbitos, tem o desafio de manter em seu seio afirmações que aparentemente são antagônicas, apresentando este paradoxo como racional e expressão do mistério que é seu objeto próprio.

Diácono Rodrigo apresentando os resultados de sua pesquisa.
Diácono Rodrigo Lacerda apresentando  seu trabalho

A segunda apresentação ficou por conta do seminarista Willian Francisco de Sousa. Willian apresentou os resultados da sua pesquisa que teve por temática “Uma Abordagem Teológica da Sexualidade Humana”.

A relevância desta pesquisa se dá pelo fato de que a sexualidade permeia todo o ser humano e é parte fundamental de sua estrutura. Faz-se caro à teologia a discussão desse assunto, pois nela encontra-se o Verbo feito homem que, por sua vez, fornece as bases e caminhos para se discorrer sobre Deus, e sobre o próprio homem. Outro aspecto relevante para esta pesquisa é o fato da vida afetiva ser construída a partir da identidade sexual do ser humano. Surge, então, a necessidade de uma boa compreensão da sexualidade humana, a fim de que o agir humano siga o “ser” e também se possa compreender a dinâmica da afetividade nesse processo. Por todos esses motivos, torna-se urgente uma atividade pastoral que oriente o ser humano em sua sexualidade. Portanto, é importante deixar claro que a sexualidade humana deve ser vista a partir de uma totalidade, e não fragmentada ou reduzida, pois ela expressa aquilo que, o homem ou a mulher, é por inteiro.

Willian
Seminarista Willian

Quem esteve presente pôde perceber o quanto é necessário  realizar uma reflexão mais profunda sobre assuntos que são bastante recorrentes e polêmicos na sociedade contemporânea, principalmente em conteúdos que dizem respeito à sexualidade.

 

 

Logo em seguida a exposição do trabalho acadêmico ficou por conta do Seminarista Lenílson Oliveira Paula Silva.  O tema “A descrição do ressentimento na investigação genealógica da moral de F. W. Nietzsche.”, de início despertou a curiosidade nos ouvintes, que certamente saíram enriquecidos e com um olhar mais clínico em relação ao polêmico filósofo Nietzsche.

Vale a pena ler o breve resumo do trabalho apresentado: Nietzsche, filósofo alemão do século XIX, ao investigar a genealogia dos valores mais tradicionais da sociedade ocidental, enxerga no ressentimento o processo fisiológico e psicológico que possibilitou a inversão dos valores aristocratas pelos escravos. O ressentimento, então, torna-se a pedra angular da qual se erige os valores morais dos escravos (ou do homem do ressentimento). O objetivo deste trabalho é investigar o papel do ressentimento na transvaloração dos valores, na obra “Genealogia da moral”. A escolha pela obra “Genealogia da moral”, uma obra tardia que apresenta ideias mais amadurecidas de Nietzsche, se deu porque nela esse conceito se apresenta de modo mais explícito, mais claro. O ressentimento consiste no processo psicofisiológico em que há agressão a outro e este não a digere com uma reação espontânea; Pelo contrário, a transforma em sentimento e ressente-se dela. Nietzsche percebe dois modos valorativos distintos, a dos nobres e dos escravos. Os nobres são aqueles que, ao sofrer uma agressão, reagem espontaneamente. Os escravos que, por não reagirem espontaneamente devido à sua constituição fisiológica, reagem pela transmutação dos valores cardeais de ‘bom’, ‘ruim/mal’ e de ‘justiça’. Das duas formas valorativas, a escrava venceu e perdura até hoje, ocasionando o adoecimento do homem ocidental.

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Seminarista Lenílson apresentando seu trabalho

Para encerrar o momento das comunicações, exposições dos trabalhos acadêmicos, o acadêmico do curso de filosofia, Edgar Junio Santos, deu a sua contribuição apresentando a sua pesquisa monográfica sobre :A Virtude da Prudência na Ética de Tomás de Aquino”.

O objetivo desse trabalho é apresentar a prudência como a primeira entre todas as virtudes morais. Ela é guia de todas as outras e por isso é chamada “mãe das virtudes”. Será visto que a prudência é, ao mesmo tempo, uma virtude intelectual, por sua natureza, e moral, porque atua no âmbito prático do agir humano. Ela reside na razão prática, consiste na reta razão de agir e se desenvolve nas ações humanas. A prudência é a origem de todas as virtudes morais, uma vez que só é justoEdgar, corajoso e temperado quem é prudente. Serão abordadas também as principais partes constitutivas da prudência, sendo elas as partes integrantes, as subjetivas e as potenciais. Consideraremos ainda os principais vícios opostos ao agir moral, sendo a luxúria o principal porque dificulta, por sua busca incessante pelo prazer sexual, que o ser humano faça um julgamento claro ou que se submeta ao comando reto de uma virtude intelectual como a prudência. Conclui-se, assim, que a importância de se conhecer a prudência está na compreensão desta como um caminho moral que tem como finalidade a felicidade última do homem.

Não parou por aqui, logo após as comunicações, os participantes da IX semana acadêmica foram presenteados como a “discussão em mesa redonda” que trouxe em síntese o tema: “Processos Migratórios: questões geopolíticas e humanas, abordado pelos Professores:  Ms. Neusa Barbeiro, Ms. Pe. Mariosan Marques e Ms. Uene José.

Mesa redonda
Professores:  Ms. Uene José,  Ms. Pe. Mariosan Marques e Ms. Neusa Barbeiro

Após a mesa redonda, os participantes se dirigiram ao Auditório Mãe da Igreja onde aconteceu a apresentação cultural. Os seminaristas do Seminário Interdiocesano São João Maria Vianney presentearam o público com uma linda encenação onde as temáticas sobre o meio ambiente foram ratificadas e certamente fixada nos corações daqueles que souberam aproveitar cada momento. apresentação cultural 1

A encenação  foi de caráter franciscano, especialmente pelo fato de São Francisco ser um dos defensores e apreciadores da mãe natureza.

Na imagem ao lado, percebe-se um cenário onde remete à simplicidade franciscana.

Para aqueles que assistiram à apresentação, certamente, ficou um gostinho de quero mais. A IX semana acadêmica não poderia terminar melhor. Podemos fazer sempre mais, porém, certamente, a encenação não deixou a desejar, pois foi uma descoberta e redescobertas de novos talentos.

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Momento da apresentação

Finalizando, o Padre David aproveitou do momento e agradeceu aos participante e a todos aqueles que colaboraram para que a IX semana acadêmica tivesse os resultados almejados. Que venha a 10º Semana Acadêmica! Contamos com a presença de todos.

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4º dia da IX Semana Acadêmica

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A primeira comunicação da noite teve como tema “O pluralismo ontológico em Heidegger: intuições para a ética e a ecologia” e foi ministrada pelo professor José Reinaldo F. Martins Filho, docente no curso de Filosofia do Instituto de Filosofia e Teologia Santa Cruz. O professor tratou sobre “o pluralismo ontológico presente no pensamento de Martin Heidegger realçando suas eventuais contribuições para a ética e a ecologia”.  Segundo José Reinaldo, Heidegger depois de realizar uma importante diferenciação entre ser e ente, justamente para a elaboração de sua obra Ser e Tempo, classifica os entes de acordo com os suas específicas formas de transparecerem como ser. Também salientou que entre outros conceitos, “merecem destaque os de ‘ser-simplesmente-dado’ (Vorhandenheit), ‘utensílio’ (Zuhandenheit), ‘presença’ (Dasein), ‘conviva’ (Miteinandersein) e ‘impessoal’ (das Man), bem como o que significam no desenvolvimento de sua fenomenologia da existência fática. Apesar de formalmente distintos, todos estes modos têm em comum o que aqui consideramos como um fundo de participação na totalidade de ser. Este dado, como sustentaremos, tem sido tomado como pressuposto para o alargamento de uma concepção ética unicamente focada na existência humana, reconhecendo sua inserção em um horizonte bem mais amplo.”

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O acadêmico do 3º ano de Filosofia do IFTSC e Seminarista da Diocese de Itumbiara, Walisson Rodrigues Freitas realizou a terceira comunicação da noite com o tema: “O autoconhecimento como forma de aquisição da humildade e da liberdade em S. Bernardo De Claraval”.

Confira na íntegra uma parte da comunicação do estudante: “A construção filosófico-medieval de S. Bernardo de Claraval é ascética em procura da verdade, deste modo, esta busca só pode partir do homem, para tal, precisa o homem se conhecer. O homem que se conhece, partindo de uma profunda análise de sua consciência, que se percebe criatura frágil, inclinado às paixões desordenadas da alma, se torna humilde e em busca de uma verdade, neste caminho, o homem, enfim, possui a liberdade, liberdade esta que é propriamente a capacidade de deliberação, porém, uma deliberação consciente, um consentimento de poder escolher, entre o bem e o mal, em última análise, com uso excepcional da razão. A razão é sempre a condutora da liberdade e, portanto, segundo o autor, só há liberdade quando a liberdade do homem, unida ao Espírito de Deus, se inclina para o Bem. Essa proposta de comunicação leva em consideração o período filosófico de nosso autor e a construção argumentativa que envolve o pensamento medieval na ótica de S. Bernardo.”

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Como a terceira comunicação da noite, o acadêmico Breno Silva Martins do terceiro ano de Filosofia do IFTSC e seminarista da Diocese de Ipameri, apresentou sobre A desproporção do homem em relação à natureza e sua proposta epistemológica em Blaise Pascal”.

Breno destacou que “no tempo de Blaise Pascal, matemático, físico e filósofo, vigoravam correntes humanistas. Tais concepções filosóficas defendiam que a razão humana é capaz de captar e apreender a natureza ou a essências das coisas, o que é inaceitável para Pascal. Ele assume em sua filosofia posições céticas provindas do Ocidente, fazendo com que sua filosofia tenha uma conotação trágica e pessimista em relação ao homem. Sendo assim, Pascal se preocupa em demonstrar as limitações da razão humana, incapaz por si mesma de explicar a condição humana no universo. O filósofo incorpora, em sua antropologia, conceitos importantes que advém das filosofias de Epiteto, Montaigne, Agostinho e Descartes. O esforço pascaliano é de propor uma maneira eficaz de explicar por completo a condição humana, que não seja somente pelos raciocínios lógicos (o Espírito Geométrico). Essa estrutura cognoscível pascaliana é chamada de ‘Espírito de finura’ ou ‘conhecimento do coração’. No coração reside a fé. A fé é um dom dado por Deus, que tem como objetivo o Cristo mediador, o único capaz de explicar toda a desproporção do homem. Cabe à religião propagar o Cristo mediador, pois ninguém explica melhor a condição humana do que a religião, segundo Pascal.”

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O acadêmico Eulrieris Ramos de Souza, estudante do segundo ano de filosofia do IFTSC e seminarista da Diocese de Rubiataba-Mozarlândia conduziu a quarta comunicação da noite discorrendo sobre “Conhecimento e Verdade em SantoTomás de Aquino”.

De acordo com o estudante de filosofia “um assunto recorrente na história da filosofia é pensar sobre a teoria do conhecimento, o que está diretamente ligado ao problema da verdade. Santo Tomás de Aquino escreveu muito sobre o conhecimento e a verdade, contextualizado na época escolástica da Idade Média. O conhecimento, para ele, é um processo único que ocorre em três etapas, a saber, a percepção sensível, o juízo e o raciocínio. A etapa do juízo é a mais importante, pois nela ocorrem operações que irão gerar o conhecimento propriamente dito. Em relação ao segundo tema, Santo Tomás define a verdade como adequação entre o intelecto e a coisa. Estabelece que a verdade está primeiramente no intelecto e depois na coisa, porém ele se refere ao intelecto divino, no qual há perfeita adequação entre o intelecto e o ente. O intelecto humano é secundariamente o lugar da verdade e impropriamente está na coisa. Assim, o Ser supremo é propriamente a verdade a partir da qual todas as outras dependem, na ordem de ser”.

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O destaque da noite de quinta-feira em nossa Semana Acadêmica, foi a palestra do professor e doutor José Jivaldo Lima, que abordou o tema “Meio Ambiente: responsabilidade ético-política. Reflexões numa perspectiva tomasiana”.

O professor destacou que “a ética tomasiana, estribada na Ética aristotélica, propõe a solidariedade das virtudes no espaço da sociedade política. Nessa perspectiva as virtudes são ações politicamente comprometidas com o bem-estar social que se pode chamar de eupraxía. Assim temos que associar a isto o Meio-Ambiente que igualmente é um espaço de exercício político das virtudes.”

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Edital da IX Semana Acadêmica – Comunicações

Edital No. 001/2017

  1. O presente edital No. 001/2017 objetiva selecionar propostas para comunicações durante a IX Semana Acadêmica do Curso de Teologia da Pontifícia Universidade Católica de Goiás e do Instituto de Filosofia e Teologia Santa Cruz, que desenvolver-se-á entre os dias 16 e 20 de outubro de
  2. Exposição de motivos. Seguindo na tradição das anteriores Semanas Acadêmicas do Instituto de Filosofia e Teologia Santa Cruz e do Curso de Teologia da PUC-Goiás, esta edição quer partilhar com a comunidade acadêmica em geral um pouco da reflexão filosófica e teológica que emerge de nossas atividades. Neste ano somos inspirados pela Campanha da Fraternidade 2017 cujo tema é  “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”, e lema “Cultivar e guardar a Criação”. Como instituições eclesiais a serviço da sociedade que são, a PUC-Goiás e o IFTSC atendem à provocação de Sua Santidade o Papa Francisco através da Encíclica Laudato Si e ao convite da Igreja no Brasil de  refletir  sobre  as relações entre os homens  e destes com a natureza (meio ambiente)  que  resultam  na  construção  dos espaços; e querem fomentar a reflexão quer filosófica, quer teológica, que auxilie a compreensão da teologia da criação e o cuidado com a vida humana. Do ponto de vista filosófico, queremos pensar a relação Homem-Meio Ambiente e como ela pode ser Humanizada, Racional e Sustentável. Do ponto de vista teológico, se ampliará esta reflexão acadêmica,  mostrando que a fé não afasta o crente da realidade que o cerca, nesta dinâmica este período de estudos procurará analisar as interfaces entre a teologia e o meio ambiente.

3.       Os seguintes princípios norteiam a Mostra de Produção do Conhecimento da IX Semana Acadêmica:

  1. Favorecer a reflexão filosófica e teológica;
  2. Partilhar o conhecimento com a comunidade interna e externa, como projeto de extensão;
  3. Promover a articulação entre ensino, pesquisa e extensão.
  4. Contribuir para uma mudança de cultura em relação ao Meio Ambiente

4.    A seleção e organização dos trabalhos dar-se-á obedecendo ao seguinte âmbito temático central:

Discutir, do ponto de vista filosófico ou teológico, a ética e o meio ambiente:

4.Organização da Semana Acadêmica

A Semana Acadêmica será composta por palestras, mesas redondas (previamente programadas), com tempo para debates, perguntas, comunicações inscritas e previamente selecionadas, igualmente com tempo para debates e perguntas.

5. Processo de inscrição e seleção das Comunicações

a)As inscrições somente serão realizadas através do endereço eletrônico:

semanaacademicaiscpuc.go@gmail.com

b) Preenchimento, envio e impressão do comprovante de inscrição, até o dia 08 de outubro de 2017.

c) Análise pela subcomissão organizadora e equipe de conselheiros indicados e definidos por ela. Após a seleção, os proponentes serão informados sobre a pertinência ou não da proposta através do e-mail do coordenador da Semana Acadêmica.

d) Após aprovação da comunicação, não será permitido nenhum tipo de alteração da

6.Aspectos gerais que devem compor as propostas de comunicações na IX Semana Acadêmica

  1. Título;
  2. Proponente (Nome, vinculação institucional);
  3. Objetivo(s);
  4. Palavras-chave: no máximo, cinco;
  5. Resumo de, no máximo, 200 palavras;
  6. No máximo, seis páginas;
  7. Recursos audiovisuais/ materiais;
  8. Com tempo máximo de vinte minutos, sendo quinze para a apresentação e cinco para perguntas;
  9. Formas de contato (e-mail, telefone fixo e móvel).

 

7.Critérios para seleção de propostas de comunicações na IX Semana Acadêmica

a)Trabalhos produzidos por docentes e acadêmicos de cursos de graduação em Filosofia, Teologia e cursos afins da PUC Goiás, IFTSC e outras instituições;

b)Pertinência teórica e relevância social do tema;

c)Articulação entre ensino, pesquisa e extensão;

d)Adequação aos eixo temático central e afins;

e)Remetimento no prazo previsto para inscrição (08 de outubro de 2017) e apreciação por parte da coordenação da subcomissão;

f)Capacidade de mediação entre o trabalho e a comunicação com os públicos interno e externo;

  1. Organização Geral da IX Semana Acadêmica

  • Duração da atividade: noturno: das 19:00 – 22:00
  • Organização: espaço-tempo:

Local de realização: Auditório Menor do Centro Pastoral Dom Fernando (CPDF), sito à Avenida Anápolis, 2020 – Jardim das Aroeiras-Goiânia-GO, CEP: 74770-495.

9. Equipamentos disponíveis

Serão oferecidos pelo Instituto Santa Cruz os equipamentos para a apresentação (computador, microfone e projetor)

10. Certificação e Vagas

Os proponentes coordenadores e proponentes membros receberão certificado de 04 (quatro) horas. Para tanto, deverão assinar a lista de frequência. Somente receberão o certificado aqueles que assinarem a lista de frequência e participarem da apresentação da atividade.

Os ouvintes que assinarem a lista de frequência e assistirem a apresentação receberão certificado de 04 (quatro) horas, que será entregue na sexta-feira 20/10/2017.

11. Casos Omissos

 Os casos omissos serão resolvidos pela equipe de Coordenação IX Semana Acadêmica.

 

Coordenação do Curso de Teologia PUC Goiás

Instituto de Filosofia e Teologia Santa Cruz

Goiânia, 18 de setembro de 2017.

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VIII Semana Acadêmica – 5° Dia

O último dia da Semana Acadêmica começou as 19hrs no Auditório Menor do Centro Pastoral do Fernando. A noite começou com as comunicações de alunos do Instituto Santa Cruz. Logo após o intervalo, o Pe. Ms. Dilmo Franco de Campos ministrou a conferência sobre Moral Conjugal à relação Cristo-Igreja. No final, foi servido um lanche aos participantes e houver também a entrega dos certificados.

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VIII Semana Acadêmica – 4° Dia

O 4° dia da Semana Acadêmica, começou as 19hrs com as comunicações. O primeiro foi o aluno do Instituto Santa Cruz, Manoel Rodrigues, que falou sobre a Virtude e a Felicidade em Aristóteles. O segundo foi o aluno, Willian Francisco, também aluno do Instituto Santa Cruz com o tema: “A apropriação fenomenológica da terceira via tomista em Edith Stein”. As duas últimas comunicações da noite foram conduzidas pelos alunos Gustavo Augusto e Paulo Afonso, ambos alunos do Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás (IFITEG), com os temas: “O sentido da sociabilidade humana para Santo Agostinho: Como o homem alcança a felicidade estando arraigado em seu âmbito individual e social” e “Tempo e Eternidade em Agostinho de Hipona”, respectivamente. A segunda parte da noite, ficou por conta da Ir. Rita Batista que falou sobre: “O Corpo e a Transcendência na Teologia do Corpo de São João Paulo II”. A noite terminou com um momento de oração e benção, dada pelo Pe. Nixon Félix, formador do Seminário Interdiocesano São João Maria Vianney.

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VIII Semana Acadêmica – 3° Dia

No 3° dia da Semana Acadêmica, tivemos mas comunicações. A primeira foi apresentada por Matheus Guedes que falou sobre “A vivência do amor nos estágios existenciais da filosofia kierkegaardiana”. Em seguida os jovens Nelson Hugo e Antônio Matosinho, ambos estudantes do IFITEG, apresentaram “Uma leitura de doença e morte na perspectiva do sacramento da Unção dos Enfermos: Breves Reflexões Historiográficas” e por fim, Glauber Roberto apresentou: “O perfil contemporâneo do docente universitário de teologia”. Logo após o intervalo, foi a vez de Dom Moacir Silva Arantes, Bispo Auxiliar de Goiânia, que ministrou a conferência com o tema: “A Misericórdia Pastoral e os ‘ Casos Especiais’: reflexões sobre o Cap VIII da Amoris Laetitia” que enfatizou a necessidade de acolher e integrar as pessoas na comunidade.

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