A Igreja Católica dará início ao ano da Vida Consagrada.

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Atualmente não só no Brasil, mas em boa parte do mundo, onde há à presença de institutos e congregações de vida consagrada e religiosa, se constata a seguinte realidade: Crise de Vocações

Antigamente em um período não tão distante era vontade do pai ou da mãe que um dos filhos fosse padre ou freira. Os casais tinham mais filhos; havia uma maior presença dos religiosos nas escolas, e consequentemente na formação dos rapazes e das moças. Hoje a situação é bem diferente. Os pais têm poucos filhos, pensam em ter filhos médicos, advogados, engenheiros, arquitetos. Agora, ter um filho padre, freira? Pouquíssimos pais querem, até mesmo entre os católicos.

Vivemos em um mundo gerido por uma lógica, onde o Deus é o dinheiro, como disse o Papa Francisco.[1] Este pensamento acaba por valorizar somente a compensação financeira de uma profissão e sendo assim, acaba por se dar pouco ou até nenhum valor a vocação religiosa.

Outro fator é o sexo. Com a revolução sexual iniciada na década de 60, que tem seus efeitos prolongados até os dias atuais, nunca se explorou tanto a sexualidade humana como atualmente. Filmes, propagandas, outdoors, músicas, novelas e tantas outras coisas. ´´Como viver sem sexo?´´. Quando se fala a um jovem sobre castidade, virgindade e celibato soam como algo estranho, causa medo, medo de ser diferente dos outros; por vezes estão dependentes e já não se veem sem ter relações sexuais.

Em entrevista a rádio Vaticano,José Rodriguez Carballo, secretário geral da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, pontuou que um dos motivos da crise é a cultura do provisório. Em nosso tempo as pessoas têm dificuldades de fazerem escolhas definitivas. Carballo confirmou isso com um dado entristecedor: ´´estamos falando, mais ou menos, de três mil abandonos a cada ano’’[2], isso se tratando da vida religiosa. ´´É o que chega à nossa Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e à Congregação para o Clero´´.[3]

Com o olhar sobre esta realidade a Igreja Católica Apostólica Romana, dará início ao Ano da Vida Consagrada. A abertura oficial será no dia 30 de novembro deste ano, primeiro domingo do advento. A conclusão está prevista para o dia 2 de fevereiro de 2016, por ocasião do dia da vida consagrada. A iniciativa se estende a todas as Igrejas particulares do mundo inteiro e tem como finalidade propor diversas atividades que envolvam o tema.

Diante deste acontecimento é preciso recordar que Cristo é a cabeça da Igreja e nós somos o seu corpo. Isso quer dizer que esta iniciativa da Igreja precisa ser também a minha, a sua e a de todos os católicos que estão nas paróquias e comunidades.

Pais, por que não, falar ou permitir que alguém fale sobre vocação com o seus filhos? Os padres e religiosos convide grupos de jovens para conhecerem as casas de formação, falem da alegria de suas vidas, falem sobre vocação às pessoas. Os jovens, por sua vez, não tenham medo de serem questionados e se questionarem: Qual é a minha vocação? E também nós seminaristas das diversas dioceses, aqueles que estão em caminho de formação nos institutos de vida consagrada e religiosa busquemos nos abrir ao caminho de discernimento e formação para sermos o que Deus quer.

Aluno: Pedro Rafael Vieira de Melo, 1ª Ano de Filosofia.[4]

 

[1] Evangelii Gaudium 55.

[2] Disponível em:http://br.radiovaticana.va/storico/2013/10/31/arcebispo_carballo__investir_na_forma%C3%A7%C3%A3o_permanente_para_contrastar/bra-742637, acesso em 17/11/14.

[3]Idem.

[4] Acadêmico, 1ª Ano de Filosofia,ISC.

Vamos capinar um lote?

Quero uma empreitada nova, que não renegue o que já tenho e me permita o espanto e o gozo do pensamento. Para tanto, iniciarei com algo específico que ouvi durante uma de nossas aulas e convido você a me ajudar. Nada muito difícil.

A “crise do humanismo”, conforme Ghiraldelli (2006) pode ser entendida como a desconstrução das bases metafisicas da Filosofia, tendo por alvo o sujeito e a verdade. Essa crise ganhou força com os pensamentos de Charles Darwin (1809-1882), Karl Marx (1818-1883) e Sigmund Freud (1886-1939). Com esses pensadores, a concepção do que seria o homem mudou drasticamente no caminho que vinha sendo percorrido. Não será incorreto afirmar que tal transformação é fruto natural desse mesmo caminho que o homem vem desenvolvendo, desde sempre, do autoconhecimento.

Contudo, no final do século XX, essa construção humana de si mesmo, proposta pelo Humanismo, viu suas rachaduras se abrirem de forma irreversível. Com Darwin, o homem passou a ser tão natural como qualquer outro animal. Com Marx, o homem se viu conduzido e alienado por sistemas políticos e econômicos. Com Freud, o homem se viu submetido à determinação de forças inconsciente. E agora, que o homem não é mais o mesmo de Platão, Descartes e Rousseau, o que é o homem? Como fica a concepção de homem, se as bases filosóficas, ligadas ao sujeito e a verdade, foram abaladas?

Conforme Ghiraldelli (2006), Nietzsche (1844-1900) foi quem melhor desenhou o panorama filosófico que atravessou o século XX e chegou ao XXI, com base em afirmações como: Não sou eu quem penso, é o pensamento que me vem; Qualquer percepção é automaticamente reduzida às categorias gramaticais sujeito/predicado no momento em que chega à consciência; A verdade nada mais é do que um batalhão de metáforas; Não há fatos, somente interpretações.

Com afirmações desse tipo, Nietzsche expressa um pensamento acerca do homem que demonstra claramente a desconstrução daquela concepção humanista. Segundo ele, é somente o nome que nos faz ver as coisas e “o fato de termos controle sobre algo não significa que temos conhecimento desse algo, no sentido mais forte de saber o que esse algo ‘realmente significa’.” (MATTOS, p. 67) Assim, Nietzsche desenvolve uma concepção multifacetada da subjetividade, em que o homem é capaz de “tornar-se um ‘indivíduo soberano’, capaz de ‘dar leis a si mesmo’ e ‘criar a si mesmo’.” (MATTOS, p. 69) Em suma, ele critica a compreensão ontológica da relação sujeito/predicado e, com isso, tem-se uma “nova atitude diante da velha questão” (MATTOS, p. 69). Essa nova atitude se desenvolve com a libertação do homem das predeterminações e posturas filosoficamente tradicionais. E tal realidade lança luzes no desenvolvimento técnico-científico que permitiu ao homem uma grande autonomia na exploração e conhecimento das coisas. Em contrapartida, tal autonomia não deu ao homem o que se pode chamar de esclarecimento e emancipação. Eureca! Por quê? Porque se deu com uma crise do sujeito e da verdade que se desdobrou na supervalorização da técnica, na perda de valores, na coisificação do homem e na violência.

Com o exposto, vê-se, em linhas gerais, a crise do humanismo que se desdobrou, entre outros pontos, na barbárie. E diante dessa desconstrução, podemos questionar: Como construir educação? Como fazer filosofia da educação diante da insegurança de conteúdo e autoridade? Não há mais certeza diante do homem e das coisas, logo a educação se vê em uma verdadeira aporia.

O filósofo Theodor W. Adorno (1903-1969) mereceu minha atenção, e agora compartilho com todos que leem estas palavras, pela sua elaboração acerca da educação e emancipação do homem. Ele não propõe nenhum retorno, mas uma reflexão nova e atual (a educação contra a barbárie), pautada nas realidades do seu tempo (crise de valores e verdades), consciente das contribuições do passado (vêm da escola de Frankfurt) e portadora de uma visão de futuro filosoficamente embasada (a emancipação do homem).

Conforme Thomson (2010), Adorno não é um autor de fácil compreensão. Sua escrita muitas vezes pode “parecer obscura, impenetrável e ameaçadora” (THOMSON, Compreender Adorno, 2010, p. 9). Entretanto, tomando por base os textos recolhidos na obra intitulada “Educação e Emancipação”, encontraremos um material considerado denso, porém claro e fluente, contrariando a imagem de um pensador difícil. Nessa obra foram recolhidos textos do próprio Adorno e conversas com Hellmut Becker e Gerd Kadelbach, que foram transcritas conforme as gravações. Extremamente comprometido com as realidades sociais de sua época, Adorno desenvolveu questionamentos fundamentais acerca da contemporaneidade, cabendo destacar: “Educação após Auschwitz”; “Educação – para quê?”; “Educação contra a barbárie” e “Educação e Emancipação”. Sem grandes pretensões, é meu desejo pessoal adentrar um pouco mais no pensamento desse autor. E você, já tem um autor preferido?

Pense nisso, mas não fique “bitolado” achando que algum desses pensadores, que você vai encontrar pelo caminho, possui toda a verdade. Por isso, eu o convido a encarar os estudos como uma empreitada, como “capinar um lote”. Você tem um fim (uma meta, um objetivo), a disponibilidade e o esforço dependem da sua iniciativa. Você não é o único a trabalhar e quando é o trabalho é compartilhado fica mais fácil e prazeroso. Bom estudo e feliz Filosofia.

Laurito Nazaré Alves Deliberto

O papa abre o consistório convocado para informar ao colégio dos cardeais sobre a situação dos cristãos no Oriente Médio

papa_oracao_jornalista-decapitado“Não podemos nos resignar a pensar num Oriente Médio sem cristãos”, declarou em 21 de novembro do ano passado o papa Francisco, durante a audiência aos participantes da Assembleia Plenária da Congregação para as Igrejas Orientais.

Hoje, por ocasião do Consistório Ordinário Público realizado a fim de informar o colégio cardinalício sobre a situação atual dos cristãos no Oriente Médio, as palavras do pontífice, que já eram prementes, se tornaram de máxima urgência.

Ao longo destes quase doze meses, a situação se deteriorou de modo gravíssimo e os últimos acontecimentos, especialmente no Iraque e na Síria, causam enorme preocupação no coração do papa. “Estamos assistindo a um fenômeno de terrorismo de dimensões inimagináveis”, disse ele aos patriarcas do Oriente Médio reunidos na Sala do Sínodo, no Vaticano.

Na mesma sala em que, durante duas semanas, os bispos do mundo inteiro refletiram sobre o destino das famílias de hoje, o Santo Padre dirigiu um pensamento aos muitos pais e mães perseguidos com seus filhos, que “que tiveram que abandonar as próprias casas de maneira brutal”.

“Parece que se perdeu a consciência do valor da vida humana! Parece que a pessoa não conta e que pode ser sacrificada a outros interesses. E tudo isso, infelizmente, diante da indiferença de muitos”, denunciou o papa.

A situação é totalmente “injusta”, disse o pontífice, e exige, “além da nossa oração constante”, uma “adequada resposta da comunidade internacional”. Nós compartilhamos “o desejo de paz e de estabilidade no Oriente Médio”, continuou ele, “e o desejo de favorecer a resolução dos conflitos através do diálogo, da reconciliação e do compromisso político”.

Ao mesmo tempo, declarou o papa, “nós gostaríamos de dar a maior ajuda possível às comunidades cristãs para apoiar a sua permanência na região”. Francisco se diz seguro, no entanto, de que, “com a ajuda de nosso Senhor, a reunião de hoje promoverá válidas reflexões e sugestões capazes de ajudar os nossos irmãos e irmãs que sofrem e de ir ao encontro do drama da redução da presença cristã na terra onde nasceu e de onde se espalhou o cristianismo”.

“Não podemos nos resignar a pensar no Oriente Médio sem os cristãos”, reiterou o papa; não podemos nos resignar diante da erradicação progressiva de pessoas “que há dois mil anos confessam no Oriente Médio o nome de Jesus”.

No consistório de hoje, o papa também canonizou dois beatos: José Vaz, sacerdote do Oratório de São Felipe Neri, fundador do Oratório da Santa Cruz Milagrosa em Goa e apóstolo do Sri Lanka e da Índia; e Maria Cristina da Imaculada Conceição, fundadora da congregação das Irmãs Vítimas Expiatórias de Jesus Sacramentado.

(20 de Outubro de 2014) © Innovative Media Inc.

Fonte: http://www.zenit.org/pt/articles/oriente-medio-parece-que-se-perdeu-a-consciencia-do-valor-da-vida-humana

Voto consciente

                                                                                               Voto consciente

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É perceptível o quanto as eleições são importantes para os cidadãos brasileiros, pois com o desenvolver delas, serão confirmados nos cargos, aqueles políticos que irão representar o povo e governar a nação brasileira.

É fundamental que os eleitores tenham consciência em quem votar neste segundo turno, pois se o voto for inconsciente o povo brasileiro como um todo estará comprometido com os governos corruptos que são favoráveis às leis contrárias aos direitos e valores do ser humano, ao respeito pela vida e pela família.

“Cada um é convidado a compreender a política, conforme ensina o papa Francisco, como uma das formas mais altas da caridade, porque busca o bem comum. Essa é mais uma oportunidade para aperfeiçoar a democracia, a partir de reflexões, reuniões, voto consciente contra a corrupção e a favor da honestidade”.[1]

Espera-se que o eleitor tenha consciência sobre as propostas dos candidatos, a fim de votarem naqueles que apresentam proposições menos ruins. Por isso, deve-se avaliar e refletir acerca dos planos de governo de cada político. Assim, é um dever do cidadão conhecer e acompanhar o candidato durante o seu governo.

Considera-se importante que o candidato vise o bem comum, como; a educação sendo esta a base do desenvolvimento uma sociedade; a saúde que atualmente está em um caos e o povo está padecendo sem que nenhuma medida seja tomada, a vida que se inicia a partir da fecundação, a dignidade humana, o respeito pelos sinais e manifestações religiosas da população brasileira, o combate a violência, a proteção e a conscientização do valor da família e do casamento formado a partir da união entre um homem e uma mulher, e também a preservação do meio ambiente.

Portanto, faz-se necessário que o candidato seja digno de exercer tal cargo e que tenha credibilidade para representar o povo brasileiro. Antes de votar avalie se o candidato cumpre com as promessas que faz ou se elas ficam somente no papel e na fala. Além disso, candidato que não respeita o valor e a dignidade humana não merece seu voto.

Por: Seminarista William Francisco de Sousa

[1] Disponível em:

http://cnbb.org.br/regionais/nordeste-2/15099-bispos-potiguares-publicam-nota-sobre-as-eleicoes

Dia das crianças. Dia de Nossa mãe, Nossa Senhora Aparecida.

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 Fonte: Arquivo pessoal

 

“Deixem as crianças, e não lhes proíbam de vir a mim, porque o Reino do Céu pertence a elas.” (Mt 19, 14)

Neste mês de outubro comemoramos o Dia das Crianças, oportunidade para refletirmos sobre suas realidades. Quem, na infância, não teve sonhos? Ser Astronauta, jogador de futebol, médico, super-herói, policial, padre… Eram tantas possibilidades que ficava difícil escolher. Mas uma coisa é certa: existiam muitos sonhos e o que motivava cada um de nós era a vontade de mudar o mundo para melhor.

Nosso Senhor nos diz: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como as crianças, de modo algum entrareis no Reino dos Céus.” (Mt 18, 3) Ele quer que nos assemelhemos a elas, pois o coração da criança é o lugar da pureza, da inocência, da humildade, do amor, do perdão; virtudes que devem permanecer também na vida adulta.

Entretanto, vemos hoje essas crianças sendo impedidas de sonhar; impedidas de viver a sua infância na pureza, pois estão sendo feridas em seus lares. Existe um constante crescimento nas taxas de violência infantil, sobretudo quando se trata da violência doméstica, que se expressa de várias formas: violência física, violência sexual, violência psicológica e negligência. Pessoas indefesas, que mereciam todo o nosso cuidado e que estão sofrendo consequências da maldade que está no coração do homem. É necessário voltarmos os nossos olhos para essa dura realidade e tentarmos revertê-la, pois as crianças são, para nós, a esperança de um futuro melhor.

Na mesma data comemoramos, também, 297 anos da aparição de Nossa Senhora no Brasil; ela que acolheu a todos nós como filhos quando estava aos pés da Cruz, e não cessa de interceder por nossas intenções. Peçamos a Nossa Senhora Aparecida que volte seu olhar de mãe a essas crianças, levando suas vidas ao coração de Jesus e interceda também por cada um de nós.

José Lucas, seminarista da Arquidiosece de Goiânia

O ENCONTRO CULTURAL A PARTIR DA MISSÃO

 

Os cristãos são convidados por seu mestre, Jesus Cristo, a anunciar o Evangelho a toda criatura[1]. São chamados, a partir deste mandato, missionários. Por meio da missão, os seguidores de Cristo são privilegiados com um contato cultural muito vasto.

A missão é a grande difusora da Palavra divina. Esta é apresentada em vários meios culturais. Dado o momento em que se lança a rede da Palavra, esta se mescla com e penetra o mar cultural para aproximar-se dos peixes, os filos de Deus.

O missionário é o responsável por adentrar naquele cotidiano. De forma osmótica, o missionário doa-se e a sua cultura, recebendo, da mesma forma, o outro e, consequentemente, seus traços culturais.

Vê-se, por meio da missão, a beleza e a diversidade das culturas, que chamam a vislumbrar as divergências e os valores de cada uma. Na missão, nenhuma se sobressai à outra. A intenção é o anuncio de Cristo a todos os povos, expresso no amor entre as nações.

[1] Mc 16, 15-16

 

Por: Neilton Mendes

Padre Levi é nomeado bispo auxiliar da arquidiocese de Goiânia

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Fonte: http://noticias.cancaonova.com/padre-levi-bonatto-e-nomeado-bispo-auxiliar-de-goiania-go/

O papa Francisco nomeou hoje, 8 de outubro, padre Levi Bonatto como bispo auxiliar da arquidiocese de Goiânia (GO). Atualmente, padre Levi é capelão do Centro Cultural Marumbi, em Curitiba (PR).

Natural de São José dos Pinhais (PR), padre Levi nasceu em 5 de dezembro de 1957. Formou-se em Economia pela Universidade Federal do Paraná e doutorou-se em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Santa Cruz de Roma. Foi professor adjunto do setor de Direito Canônico e do setor de Línguas no Studium Generale do Brasil da prelazia do Opus Dei. Durante nove anos foi capelão do Centro Cultural Esplanada e Alfa em São José dos Campos.

Além de capelão do Centro Cultural Marumbi, padre Levi exerce atividades pastorais voltadas à família e coordena a Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz no Paraná.

Fonte: http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/noticias/15117-papa-nomeia-bispo-auxiliar-para-arquidiocese-de-goiania-2



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