Padre sofre acidente na BR 364

Padre sofre acidente na BR 364

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O padre Everaldo Alves de Assis, pároco de Cachoeira Alta-GO, sofreu um grave acidente, por volta das 17h desta quinta-feira (27).

Ele voltava de Jataí, dirigindo um veículo Gol, quando teria cochilado ao volante e colidido com uma carreta. Desgovernado, o carro saiu da pista e capotou.

O acidente aconteceu distante cerca de 13 km de Aparecida do Rio Doce. Por estar usando o cinto de segurança, o padre saiu praticamente ileso do acidente, se levado em consideração que o veículo que ficou destruído.

Ele fraturou o dedo mínimo de uma das mãos, “trincou” uma costela e sofreu algumas escoriações pelo corpo.

Internado em um hospital de Rio Verde, ele está sendo submetido a exames, agora de manhã. A irmã do padre, Ivani, conversou conosco agora a pouco.

Ela disse que padre Everaldo está bastante tranqüilo, apesar do susto.

Papa acompanha com preocupação drama dos imigrantes: Deus nos ajude a sermos generosos

2015-08-28 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco acompanha com viva preocupação a evolução do drama que está atingindo milhares de pessoas em fuga de suas terra. Trata-se de um verdadeiro “êxodo bíblico” que envolve famílias inteiras, reduzidas à miséria, arriscando a vida em busca de um futuro longe das guerras, fome e violência de todo tipo. Em um tweet, o Papa convida à abrir os corações a quem sofre: “Senhor, ajudai-nos a ser mais generosos e sempre mais solidários com as famílias pobres”. Na costa da Líbia duas embarcações afundaram matando ao menos 200 pessoas, enquanto na Áustria dezenas de migrantes foram encontrados na quarta-feira  asfixiados, em um caminhão frigorífico.

São cerca de 200 os cadáveres de migrantes encontrados pela Guarda Costeira líbia diante da costa de Zuawra, vítimas de um duplo naufrágio ocorrido quinta-feira (27). Segundo o testemunho de um ativista da ONG Médicos Sem Fronteiras, cerca de 40 pessoas estavam presas no porão de um barco encalhado e outros estavam à deriva. Duzentos sobreviventes foram acompanhados até um centro de detenção líbio. Em Palermo, capital da Sicília, continuam as investigações sobre a morte de 52 imigrantes mortos por asfixia em uma embarcação, que levava 400 pessoas. São dez os contrabandistas presos que deverão responder por favorecimento de imigração clandestina e de homicídio.

E enquanto no canal da Sicília naves italianas e europeias continuam a salvar vidas humanas, nos Balcãs continua a contagem das vítimas de outra rota de imigração. E tudo indica que os 71 imigrantes encontrados em um caminhão frigorífico abandonado em uma auto-estrada na Áustria morreram por asfixia. Provavelmente eram sírios, entre eles, 8 mulheres e 4 crianças.

Vindos principalmente da Síria e Iraque, mas também do Afeganistão e Paquistão, entre outros países, os imigrantes da Rota dos Balcãs desembarcam na Grécia com o objetivo de chegar no Reino Unido, Alemanha e países escandinavos. Para isto, devem atravessar a Sérvia ou Macedônia, a Hungria e a Áustria.

A presença dos refugiados atraiu a atenção dos traficantes de seres humanos, sempre presentes nestas regiões. A Máfia kosovar, em acordo com sérvios-macedônios, está organizando rotas alternativas para esquivar-se do muro que está sendo construído na Hungria, desviando pela Romênia ou mesmo pelos Bálcãs, atravessando a Eslovênia e a Croácia. Até a semana passava, a travessia por terra custava entre 300 a 400 euros. Agora o preço por pessoa chegou a mil euros. (JE)

(from Vatican Radio)

Francisco: em família aprende-se a rezar a Deus com amor

Quarta-feira, 26 de agosto: audiência geral com o Papa Francisco na Praça de São Pedro. Tema da catequese: Família e tempo de oração. Depois de ter reflectido  sobre a família e os momentos de festa e trabalho, o Papa Francisco abordou a questão do tempo de oração em família, pois o coração humano – disse – procura sempre a oração, mesmo sem sabê-lo, e se não a encontra não tem paz. Mas para que se encontre, é necessário cultivar no coração um amor “quente” por Deus, um amor afectuoso:

“Está tudo bem acreditar em Deus com todo o coração, esperar que Ele nos ajude nas dificuldades, está bem sentir-se no dever de agradecer-lhe. Tudo muito bem. Mas também amamos um pouco ao Senhor? O pensamento de Deus nos comove, nos surpreende, nos torna carinhosos?”

Partindo da formulação do grande mandamento do amor (“Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda tua alma e com todas as tuas forças”), o Papa reiterou que esta fórmula usa a linguagem intensiva do amor, aplicando-a a Deus e que também nós devemos pensar em Deus como a carícia que nos mantém vivos, carícia da qual nada, nem mesmo a morte, nos pode separar. E acrescentou:

“Só quando Deus é o afecto de todos os nossos afectos, o significado destas palavras se torna pleno. Então nos sentimos felizes, e também um pouco confusos, porque Ele pensa em nós e, sobretudo, nos ama! Não é isto impressionante? Podia simplesmente fazer-se conhecer como o Ser supremo, dar os seus mandamentos e esperar pelos resultados. Mas Deus fez e faz infinitamente mais do que isso”.

Se o afecto por Deus não acende o fogo, continuou o Papa, o espírito da oração não aquece o tempo. Nós podemos também multiplicar as nossas palavras, “como fazem os pagãos”, exibir os nossos ritos, “como faziam os fariseus”, mas só um coração possuído pelo afecto por Deus transforma em oração mesmo um pensamento sem palavras, ou uma invocação diante de uma imagem sagrada, ou um beijo enviado para uma igreja:

“É bonito quando as mães ensinam aos seus filhos pequeninos a mandar um beijo a Jesus ou à Virgem Maria. Naquele momento o coração das crianças transforma-se em lugar de oração. E é um dom do Espírito Santo, aquele Espírito de Deus que grita nos nossos corações: “Abba” – “Pai”, como dizia Jesus, modo de rezar que nunca poderíamos encontrar sozinhos.

Este dom do Espírito, insistiu Francisco, é na família que se aprende a pedir e a apreciá-lo. É verdade que o tempo da família é um tempo complicado e superlotado, reconheceu Francisco, tempo ocupado e preocupado,  sempre pouco, nunca é suficiente, ao ponto de afirmar que quem tem uma família aprende bem cedo a resolver uma equação que nem mesmo os grandes matemáticos sabem como resolver: dentro das vinte e quatro horas do dia faz entrar o dobro! Há mães e pais que poderiam ganhar o prémio Nobel por isso!

Mas o espírito de oração devolve o tempo a Deus, sai da obsessão de uma vida em que sempre falta o tempo, para encontrar a paz das coisas necessárias, e descobrir a alegria dos dons inesperados. E deu o exemplo das duas irmãs Marta e Maria que aprenderam de Deus a harmonia dos ritmos familiares: a beleza da festa, a serenidade do trabalho, o espírito da oração:

“A visita de Jesus, que muito amavam, era a festa para elas. Um dia, porém, Marta aprendeu que o trabalho da hospitalidade, embora importante, não é tudo, mas escutar o Senhor, como fazia Maria, era a coisa realmente essencial, a “parte melhor” do tempo.”

Mas a oração brota da escuta de Jesus, da leitura do Evangelho, da familiaridade com a Palavra de Deus, disse Francisco que também desafiou os presentes:

“Existe esta familiaridade nas nossas famílias? Temos em casa o Evangelho? O abrimos de vez em quando para lê-lo juntos? Meditamo-lo recitando o rosário? O Evangelho lido e meditado em família é como um bom pão que alimenta o coração de todos …”.

E o Papa concluiu dizendo que quando em família nos pomos à mesa, aprendemos a dizer juntos uma oração, com simplicidade, é Jesus que vem a nós, como ia à família de Marta, Maria e Lázaro, e que é na oração da família, nos seus momentos fortes  e nas suas passagens difíceis, que estamos confiados uns aos outros, para que cada qual seja guardado pelo amor de Deus.

Nas saudações o Papa Francisco dirigiu-se também aos fiéis de língua portuguesa:

“Queridos peregrinos de língua portuguesa, bem-vindos! Saúdo cordialmente os fiéis presentes das diversas paróquias de Portugal e o grupo dos novos estudantes do Colégio Pio Brasileiro. O Senhor vos abençoe, para serdes em toda a parte farol de luz do Evangelho para todos. Possa esta peregrinação fortalecer nos vossos corações o sentir e o viver com a Igreja. Nossa Senhora acompanhe e proteja a vós todos e aos vossos entes queridos”.

Nas saudações em italiano, e a propósito do Dia de oração pelo cuidado da criação, o Papa fez o seguinte convite:

“Na próxima terça-feira, dia 1 de setembro, será celebrado o Dia Mundial de Oração pelo cuidado da criação. Em comunhão de oração com os nossos irmãos ortodoxos e com todas as pessoas de boa vontade, queremos oferecer o nossa contributo para a superação da crise ecológica que a humanidade está a enfrentar.

Em todo o mundo, as várias realidades eclesiais locais programaram oportunas iniciativas de oração e reflexão, para tornar esse Dia um momento forte, tendo também em vista a adopção de estilos de vida consistentes.

Com os bispos, sacerdotes, pessoas consagradas e fiéis leigos da Cúria Romana, estaremos todos na Basílica de São Pedro, às 17 horas, para a Liturgia da Palavra, para a qual a partir de agora convido a participar todos os romanos e todos peregrinos, e aqueles que o desejarem”.

Depois da oração do “Pai-Nosso”  o Papa Francisco a todos deu a sua bênção. (BS)

(from Vatican Radio)

Fonte: http://www.news.va/pt/news/francisco-em-familia-aprende-se-a-rezar-a-deus-com

Encontro Vocacional

Fonte: http://www.diocesesaoluis.com.br/?p=6329

Goiânia,26 de Agosto de 2015, ás 10h30.

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Na audiência, Papa ‘candidata’ as famílias ao Prêmio Nobel

2015-08-26 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa concedeu na manhã desta quarta-feira (26/8), a sua centésima audiência geral no Vaticano. A primeira do Pontificado de Francisco foi no dia 27 de março de 2013, duas semanas após a sua eleição.

Desde 10 de dezembro de 2014, Francisco está desenvolvendo catequeses sobre a Família, que será o tema do próximo Sínodo, em outubro. Neste mês de agosto, já dissertou sobre duas dimensões do ritmo de vida familiar: a festa e o trabalho. Hoje foi a vez do tempo da oração.

Ouvimos continuamente dizer que “o tempo é pouco; nunca chega para tudo… deveria rezar mais…, gostaria, mas não tenho tempo”, lamentam muitos cristãos, com sinceridade. Quem tem uma família, aprende a resolver uma equação que nem os grandes matemáticos conseguem: dentro das vinte e quatro horas do dia, fazem entrar o dobro. Há pais e mães que merecem o Prêmio Nobel por isso! O segredo está no carinho que têm por seus queridos”.

O Papa questionou os fiéis sobre o amor que sentem pelo Senhor: “Conseguimos pensar em Deus como uma carícia que nos dá e mantém a vida, uma carícia da qual nem a morte nos pode separar? Ou pensamos Nele apenas como num grande Ser todo-poderoso, num Juiz que tudo vê e controla nossas atitudes? Quando o afeto por Deus não acende o fogo, o espírito da oração não aquece o tempo; mas se o coração for habitado por Deus, até um pensamento sem palavras ou um beijo mandado por uma criança a Jesus se transformam em oração”.

Inserindo este conceito no âmbito da catequese nas famílias, o Pontífice acrescentou que “é belo ver as mães ensinando aos filhos pequenos a mandar um beijo a Jesus ou a Nossa Senhora. Este é o espírito da oração, que nos leva a encontrar tempo para Deus, fazendo-nos sair da obsessão de uma vida onde sempre falta tempo, para encontrar a paz das coisas necessárias”.

A este ponto, o Papa citou o episódio narrado no Evangelho de Lucas que fala da visita de Jesus às irmãs Maria e Marta, quando esta aprendeu que oferecer a hospitalidade, apesar de importante, não era tudo. Escutar o Senhor, como fazia Maria, era a coisa realmente essencial, a “parte melhor” do tempo.
“Na oração da família, em seus momentos mais fortes e nas vicissitudes mais difíceis, nos entregamos uns aos outros, para que todos sejamos protegidos pelo amor de Deus”, disse Francisco, concluindo com as seguintes palavras:

“O Evangelho, lido e meditado na Família, é como um pão bom que nutre o coração de todos de manhã até a noite. Quando formos para a mesa, aprendamos a rezar juntos, com simplicidade: é Jesus que vem à nós. Uma coisa que levo no coração e que vi nas cidades: muitas crianças ainda não aprenderam a fazer o sinal da Cruz. Mães, pais, ensinem suas crianças a rezar e a fazer o sinal da Cruz; é um dever muito bonito dos pais!”.

Depois de ser longamente aplaudido por suas palavras e gestos, o Papa saudou os presentes que lotaram a Praça e leitores traduziram sua catequese em várias línguas. Em português, os novos alunos do Colégio Pio Brasileiro de Roma mereceram uma saudação especial.



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